30 de abr de 2014

A Segunda Vermelha se aproxima...

Olá mulherada maravilhosa!
SEGUNDA VERMELHA se aproxima... primeira segunda-feira do mês de maio, lembra?
Para quem não conhece a campanha acesse o link http://clafilhasdalua.blogspot.com.br/2013/04/segunda-vermelha.html
Vamos celebrar... aderir a Campanha, reverberar a idéia... é muito simples, vou dar algumas sugestões:

- Pinte as unhas de vermelho, invista na maquiagem...

- Dê uma festa para as amigas...

- Enfeite a casa com rosas vermelhas;

- Prepare a mesa com toalha ou velas vermelhas... Cozinhe alimentos vermelhos, enfeite o cardápio com pimentas, pimentões, morangos, cerejas, tomate, uvas, amoras, molho vermelho...

- Convide as amigas para um chá vermelho...

- Dê um toque vermelho na cama, no sofá, no banheiro...

- Arrisque-se vestindo uma lingerie "cor de carne", rsrsrs;


- Vá trabalhar de vermelho ou com algum acessório nessa cor;

- Prepare o ambiente para um momento a sós com você mesma (ou acompanhada, hehehe)

- Abra aquela garrafa de vinho que está guardada para uma ocasião especial, brinde seu sangue!



8 de abr de 2014

Abrázate de tantas formas como puedas


Abrázate de tantas formas como puedas, con el cuerpo, con el alma, con la mente, con el corazón, con el agua, con la tierra, con el aire, con los encuentros, con las sonrisas, con las palabras, con los momentos bonitos, con el espacio fresco y cálido, con los colores, con los sabores, con los aromas, con los sonidos, con el disfrute, con el tiempo, en el tiempo, y a tu tiempo. Abrázate con carino, con amor, con respeto, con aceptación, con gratitud y suelta y respira y fluye y vive.

14 de fev de 2014

Formação Geradora de Círculos Femininos


Chamado das Avós, inspirando mulheres


A Formação Geradora de Círculos Femininos é um chamado das “Avós” para inspirar outras mulheres a prática de gerar espaços de partilha, cura, liberação e empoderamento para a Mulher.

A Formação se estende em 5 módulos, encontros mensais de imersão junto a natureza, para que possamos nos aprofundar em questões do universo feminino e curar a partir de nossas próprias experiências.

A Formação fornece elementos de base para organizar, conduzir e zelar Círculos Femininos, oferecendo um estudo vivencial dentro de uma proposta de desenvolvimento pessoal, com enfoque transpessoal e uma abordagem holística.

Trabalharemos a percepção em diferentes níveis de relações, resgate da memória ancestral do princípio gerador para gerar AMOR, desenvolvimento da escuta sensível, Ciclos e Ritos de Passagem, Mistérios do Sangue, os 4 altares, a arte atemporal de participar de círculos, deusas/presenças arquetípicas na psique da mulher, Graal - o elixir vitae, considerações e sugestões de rituais e cerimônias; proteção, ancoramento e encerramento dos trabalhos, entre outros temas transversais que serão abordados.

O propósito da Formação é dar forma a ação de gerar círculos femininos, desejo este manifestado nos últimos tempos por muitas mulheres. Mulheres estas que conheceram e se nutriram (e ainda se nutrem) da energia salutar emanada de um Círculo de Mulheres. Mulheres que profundamente tocadas e empoderadas pelo Círculo, sentem o desejo no seu âmago de seguir espalhando esta semente, convidando outras mulheres ao desabrochar.



O intuito deste trabalho não é de forma alguma tornar-se guia, mestra, líder ou sacerdotisa de mulheres. Tão pouco constituir uma doutrina ou qualquer movimento que estabeleça rótulos ou crenças limitantes. Bem pelo contrário, é contribuir para a liberdade, autonomia e protagonismo da mulher, é gerar espaço de livre expressão, um lugar para nutrir-se de forma abundante de toda a capacidade geratriz própria do feminino. E a partir do centro, onde todas somos UMA, gerar integração, harmonia, força expressiva e criativa, afetividade, conexão, encontro e vínculo total com a vida.

A mulher encontra no círculo uma comunidade de apoio e se fortalece para assumir com fé a essência da sua humanidade. O papel da geradora é fazer o “chamado”, organizar a casa e zelar pelo encontro.

Oferecemos material de apoio e indicação de bibliografia, filmes, músicas.

Interessadas em participar da primeira edição da “Formação Geradora de Círculos Femininos” antecipem suas inscrições pois as vagas são limitadas (15 vagas).


A Roda de Cura para Mulheres é um trabalho guiado pelas ancestrais com o propósito de levar o Rezo do Feminino à diferentes Espaços Terapêuticos ou Centros Holísticos, que buscam abrir este canal e ancorar círculos femininos em tal local.

Interessadas (os) em levar este trabalho à algum Espaço, faça contato: clafilhasdalua@gmail.com

Uma história cotidiana de angústia, desencontro, amor e reencontro

Por Ligia Moreiras Sena

O celular tocou e eu atendi.
Fui empurrando o carrinho de compras em direção às gôndolas de meu interesse quando ouvi gritos muito nervosos de criança. Choro, misturado com grito, misturado com raiva, misturado com desespero. Todos pararam o que estavam fazendo em função dos gritos.
Tentei me concentrar no telefonema. Não consegui. Encerrei a conversa dizendo que ligava na sequência e fui atrás.
Eu sou daquele tipo de pessoa louca que, ouvindo gritos, vai atrás para ver se pode ajudar de alguma maneira. Não consigo passar por gritos como se nada fossem, como se ali não houvesse alguém sofrendo ou com problemas.
Fui.
Parei no corredor e consegui avistar, lá longe, muitos metros adiante, uma mãe e uma criança.
A criança, um menino aparentando entre 5 e 6 anos, estava sendo puxado pela mãe, que aparentemente falava em um celular, com rosto também aparentemente envergonhado pelo escândalo do filho. Ela no celular e o menino se esgoelando, gritando coisas como: "Para mãe, para mãe!". Ele gritava isso repetidamente e, por ver que não recebia resposta, entrou em um surto nervoso onde sequer se conseguia ouvir o que dizia. Era muito grito, muito choro, muito desespero. E ela, visivelmente consternada pelo escândalo, focava toda sua atenção no celular, como se aquela suposta conversa fosse capaz de tirá-la daquela situação.
Ela caminhava a passos muito rápidos, puxando o garoto pela mão, que ia sendo arrastado, gritando, olhando para trás, com o braço esticado, como se quisesse continuar no mercado. Não conseguindo puxá-lo sem arrastá-lo literalmente pelo chão, então deu duas bofetadas na cabeça dele, puxou-o pela orelha e pelo cabelo e aquilo e nada pareceu a mesma coisa: o guri continuava gritando, nervoso e desesperado. Deu dois fortes tapas e puxou sua orelha como se nada fosse, ainda ao telefone. Então simplesmente guardou o aparelho - e foi quando percebi que realmente não havia ligação nenhuma, era uma "fuga social", uma forma de fugir "socialmente" daquele momento desagradável -, puxou-o por uma das pernas e por um dos braços e foi carregando o filho assim. Que continuava a gritar.
O supermercado fica dentro de um shopping.
Eles já haviam saído do mercado e caminhavam pelo corredor do shopping.
Eu também.
Larguei meu carrinho e fui atrás, observando tudo.
Sinceramente? Temia pelo menino. Era visível que ela perderia o controle a qualquer momento e viria com tudo pra cima dele. Eu simplesmente não podia pensar em ir embora e saber aquele menino em risco. Fiquei lá. Enxerida? Bisbilhoteira? Vigia da moral e dos bons costumes? Não. Nada disso. Não sou nem um pouco moralista, nem acho que as pessoas devem se meter na vida dos outros. Exceto quando os outros estão correndo risco. Crianças, especialmente. Sim. Sou aquele tipo de pessoa "psicopata" (já fui chamada assim; aliás, já fui chamada de tantos nomes que, se eu contasse, poucos acreditariam...) que ao ver um marmanjo ou uma marmanja bater em criança faz questão de constrangê-lo. Porque violência contra criança, meu caro, minha cara, não dá. Violência contra criança, meu camarada, simplesmente não dá. Não é porque temos filhos que temos direito de agredi-los. E existem leis que protegem os menores. E uma de nossas funções enquanto cidadãos ativos e conscientes é, também, a de protegê-los. Então, realmente, não sou daquele tipo de cidadã que assiste a tudo de camarote com o dedo (e a língua) em riste para criticar, julgar e apontar, enquanto fica bem sentadinha em sua cadeira estofada sem fazer absolutamente nada. Ou enquanto há, atrás de si, um passado de descaso e/ou agressão com os próprios filhos, mas, ainda assim, sentindo-se apto a criticar o outro.
Então a mãe se dirigiu a uma loja, arrastando atrás o filho. Gritos e mais gritos. Bastante constrangida, mas ignorando-o sumariamente. Ela, então, procurou algo em uma prateleira, achou - o menino gritando -, colocou na cesta - o menino gritando -, e seguiu em frente.
Eu atrás. Pronta para interferir no primeiro golpe a ser desferido contra ele (não, primeiro não; segundo ou terceiro; ela já havia esbofeteado o garoto, quando eu ainda não havia decidido segui-los).
Então ela foi para a fila do caixa. Segurava pelo braço o menino, que estava atirado ao chão, vermelho de tanto gritar, as lágrimas correndo em rios.
Na fila, na frente deles, uma moça com três filhas maiores. Em função dos gritos, a mãe das três filhas se virou e deu de cara com a mãe do menino. Que, ao fitá-la... desabou a chorar...

Colocou a mão no rosto e teve a maior crise pública de choro que eu já havia presenciado...
Largou a mão do menino.
Ele gritava, ela chorava. Uma situação muito difícil. De dar pena mesmo.
Como os gritos do garoto pioravam a cada momento, a mãe das três filhas foi acudi-lo. E ficou lá a mãe do garoto. Chorando. Chorando muito. Sozinha.
Aí eu não aguentei mais e fui...

Enquanto a mãe das meninas acalmava e amparava o menino (dizendo coisas como: "Querido, olha pra mim, olha aqui pra mim. Você quer tomar um sorvete? Vamos, vamos levar a mamãe pra tomar um sorvete?"), eu fui até a mãe dele, coloquei um braço em volta de seus ombros e apenas disse: "Você quer tomar uma água, ou um suco? Vamos? A gente vai com vocês...".
Ela chorava muito... E simplesmente disse "Quero...". Quase sussurrando... Sem nem me olhar nos olhos. Virei-me para a moça das três filhas e disse: "Vamos todos?".
A mãe das meninas, então, pediu para a filha maior permanecer na fila do caixa, pagar e encontrá-la no café em frente. A mãe do menino deixou cair a cesta com a única coisa que havia separado. A mãe das meninas deu a mão ao pequeno. Eu segui em frente com a mãe dele e a pequena turma atrás. Todos da fila nos olhavam.
Então sentamos todos em uma mesa. A mãe das meninas pediu uma água, um sorvete para o pequeno e dedicou-se exclusivamente a ele.
A crise de choro havia cessado, mas os soluços ainda persistiam.
Um silêncio constrangedor de nossa parte - mãe dele e eu.
E foi quando ouvimos a mãe das três filhas dizendo:
"Mas por que você estava chorando tanto? Você quer me contar?"
Ao que ele respondeu, entre soluços:
- "Meu Hot Wheels caiu lá no mercado..."
- "E você quer tentar procurá-lo?"
- "Quero...".
Então a moça das três filhas se virou para a mãe dele e disse:
- "Ele trouxe um Hot Wheels?"
- "Sim, trouxe..." - sussurrou a mãe, com uma expressão que nem sei definir... - "Mas eu não sabia que tinha caído..."
- "Tudo bem por você se eu for com ele até lá, tentar achar? Minhas filhas ficam aqui, com vocês". - disse a mãe das três filhas, dando a entender que "Ei, confie em mim. Estou confiando em você".
- "Tudo bem... Pode ir sim".
E lá se foi a mãe das três filhas com o filho da outra mãe.
Eles se foram e ficamos nós.
Então perguntei a ela se queria conversar. Disse que tinha visto tudo, todo o choro, todos os gritos e que vi o quanto ela estava se sentindo envergonhada, mas que não tinha motivo nenhum pra se envergonhar, porque todo mundo que tem filho consegue, pelo menos um pouco, entender. E que quem não entende e prefere julgar, na verdade, não faz a menor ideia do que é criar uma criança.
Ela, então, voltou ao choro profundo.
E, entre um suspiro e outro, tentou me dizer o que sentia.
Disse que havia se separado recentemente. E que estava muito difícil para ela. Que ela simplesmente não estava conseguindo lidar com o filho que, obviamente, também estava sentindo. Mas ela não sabia o que fazer... Que estava se sentindo muito sozinha. E que embora morasse no mesmo terreno que mãe, irmão e outros familiares, estava muito sozinha.
Chorava muito...
Eu? Bom... Eu já estava chorando junto fazia tempo...
Claro que consegui me colocar no lugar dela. Acho que toda mulher consegue se colocar nesse lugar: sentir-se só. Ver-se só. Sentir-se em profunda dificuldade e não poder transparecer, e ter que segurar a onda, fazer sacrifícios emocionais com medo de que respingue num filho, numa filha...
Eu só conseguia ouvi-la, e segurar na sua mão, e colocar mais água no copo.
Por fim, disse a única coisa que senti que podia dizer:
- "Olha, entendo como você se sente. De verdade mesmo. Porque criar um filho ou uma filha parece, mesmo, em muitos momentos, algo muito solitário, embora estejamos cercados por pessoas. Mas acho que todo mundo se sente assim. Todo mundo pode passar por isso, muita gente passa por isso, muita gente mesmo. Tem muita gente que deixa de passar por isso não porque queira, mas porque tem medo de enfrentar o desconhecido. E ninguém tem uma fórmula mágica. Ninguém. Não vou te dizer filosofias não. A realidade, muitas vezes, não deixa brechas para filosofia. Mas tem uma coisa que pode te ajudar: isso que acabou de acontecer. Você viu por que ele estava gritando?"
- "Pois é... Pelo Hot Wheels. Mas eu não sabia que tinha caído... Pra tu vê..."
- "Vocês não se falaram. Não se comunicaram. Um não olhou no olho do outro e disse o que precisava dizer. Foi só isso. Então, olha, eu não sei o que te dizer nessa situação além disso: tentem se ouvir mais. Se são só vocês dois na maioria do tempo, agora, vocês precisam se ouvir. Precisam ser confidentes. Um precisa ouvir o outro. Ele só gritou assim o tempo todo porque não conseguiu sua atenção...Eu sei que está difícil pra você, mas pra ele também está. E ele apanhou. Não bata, mesmo que esteja no seu limite, não bata... ".
Eu entendia que ela não havia dado atenção porque, puxa... Estava sofrendo muito também... Mas não dar atenção ao filho não a aliviou do sofrimento nem resolveu sua angústia, pelo contrário: só piorou tudo.
Ela ficou ali pensando, assoando o nariz e, então, chegou a mãe das três filhas com o garoto. Ele com o carrinho na mão... Rosto inchado de chorar. Lábios comprimidos de criança que acaba de achar algo do qual gosta muito.
Ele, então, sentou na cadeira e ficou mexendo no carrinho, cabeça baixa.
Olhei para aquela mãe das três filhas. Cruzamos nossos olhares mas não conseguimos dizer nada. Ela, apenas, colocou as duas mãos sobre o peito... como se pudesse também sentir aquela dor.
Claro que podia.
Todas nós podíamos.
Tanta dor naquele curto episódio...
Por pura humanidade, no sentido de "ser humano".
Por pura falta de comunicação.
Por pura falta de confiança, mãe no filho, filho na mãe. Falta de confiança no fato de que, sim! Podiam confiar um no outro! Podiam contar um com o outro! Eles dois eram, agora, todo o seu núcleo familiar, sem mais ninguém, precisavam ter total confiança um no outro.

Depois que o menino chegou com seu carrinho, ficou um clima estranho.
E a mim só me restou dizer: "Querido, senta aqui do ladinho da mamãe. Você já está melhor, a mamãe também. Já está tudo bem".
Ele logo sentou e perguntou se ela queria sorvete, e ela disse que sim.
Então dei um abraço muito forte nela (e ela em mim, o que também me fez muito, muito bem...). Perguntei se podia dar um beijo nele e ele deixou. Beijei-o.
A moça das três filhas disse que ficaria mais um pouco (a caçula estava comendo algo). Despedi-me dela e, em seu ouvido, disse: "Obrigada". E ela apenas me respondeu: "Obrigada".

Saí dali e fui caminhando, muito lentamente, de volta ao supermercado.
Meu carrinho ainda estava no mesmo lugar.
Nem quis pegar o que faltava. Fui ao caixa, paguei e fui embora.
Coloquei as coisas no porta malas, sentei, fechei a porta e... chorei um tanto.
Chorei por tudo. E chorei por nada.
Pela vida ser confusa. Pela vida ser simples. Pela comunicação ser difícil. Por tanta coisa ser demasiadamente fácil. E difícil ao mesmo tempo. Por estarmos tão cheios de amigos. Por estarmos tão sozinhos. Por pensar na dor dela. Que também podia ser a minha. Por pensar naquele menino gritando, apenas, somente, por seu carrinho. Por pensar na minha filha... Por pensar que quero poupá-la de toda dor do mundo. Por saber que eis aí uma missão fadada ao fracasso...

Decidi contar essa história aqui por dois motivos.
Primeiro: muitas vezes vemos uma mãe ou um pai enlouquecidos frente a uma criança, atacando-a violentamente, e temos ímpeto de atacá-los (aos pais) também. É natural. Não dá pra ver a imensa injustiça da violência contra um ser indefeso que é a criança sem nos abalarmos. E nada, nada justifica a violência contra a criança. Mas é preciso lembrar que, embora ali seja a criança quem precisa da mais emergencial ajuda, não é somente ela... O adulto também precisa. O imenso problema é: nem todos querem ser ajudados. Aliás, muito poucos querem. Muito poucos conseguem ver que os problemas sérios da vida cotidiana os tiram do prumo e que é o lado mais fraco da corda quem sofre mais. E aqueles que não querem... Oras... Passam, muitas vezes, uma vida fugindo disso. Enquanto perpetuam seu ciclo de agressão.
O segundo motivo é: em um momento de dificuldade com seu filho ou filha, de gritos, choro, crise, pare. Pare tudo o que estiver fazendo. Abaixe-se até ficar na altura de seus olhos. Segure-o pelos bracinhos e diga: "O que foi? O que aconteceu? Me diga: o que eu posso fazer pra te ajudar?". A resposta pode tanto ser um angústia facilmente solucionável quanto algo inalcançável. Mas o importante não é se conseguimos ou não fazer o que a criança quer, mas que estamos ali para ouvi-los, que eles nos olharam nos olhos e nós nos deles. Que foi estabelecido um contato importante, um vínculo de confiança, um "ouvir". E todo mundo quer ser ouvido... Ninguém quer ser ignorado em suas angústias.

Se você puder resolver facilmente, resolva.
Se não puder resolver, explique porquê não pode.
Se a crise continuar, continue a ouvi-lo, a perguntar, a dar atenção.
Pare o que está fazendo, pare de caminhar, desligue o telefone, pare de digitar e diga: "Estou aqui. Estou com você. Me dá um abraço".
Às vezes, eles nem conseguem o que querem, mas sentem-se tão amparados e protegidos que deixam-se abraçar e se acalmam. E todo mundo tem mais condição de ouvir e entender quando está calmo...

Isso que vivi ontem, por tabela, por meio de outras pessoas, mexeu muito comigo. Fui dormir agarrada na minha filha, pensando neles. Em como será que estariam naquele momento.
Torcendo para que estivesse tudo bem.
E para que, talvez, um estivesse encontrando apoio no colo do outro.
Porque é, também para isso, que mães/pais e filhos vêm juntos em uma mesma caminhada.


4 de jan de 2014

O PODER CURADOR DA MENSTRUAÇÃO


A pesquisa médica moderna do Poder Curador da Menstruação está agora a provar o que culturas antigas sabem há milhares de anos: o sangue menstrual tem propriedades curativas incríveis - incluindo o poder de regenerar partes danificadas do nosso corpo, o que anteriormente era considerado impossível.
Em animais, as células estaminais derivadas do sangue menstrual já provaram ser extremamente bem-sucedidas na remoção de artérias bloqueadas, mesmo em circunstâncias extremas, que poderiam resultar na perda de um membro. Isto é devido à capacidade poderosa que as células estaminais do sangue menstrual têm para produzir novos vasos sanguíneos, tal como o fazem todos os meses nas mulheres que menstruam, na preparação para uma possível gravidez. A cada mês novos vasos sanguíneos são formados no endométrio, e, subsequentemente, são descartados durante menstruação. A implicação mais surpreendente da pesquisa é a de que o número de células menstruais estaminais libertado por uma única mulher num ciclo menstrual tem o potencial de ser usado para curar milhares de pessoas. Entrámos numa nova era da medicina. A actual investigação médica é apenas a ponta do iceberg.
A instituição médica não consegue abarcar toda a história, não une os pontos que ligam a pesquisa moderna com a longa história das religiões do útero e o conhecimento antigo dos poderes de regeneração contidos dentro do útero feminino. Este poder biológico do útero é conhecido, desde tempos imemoriais, como a Fonte da Vida, ou a Fonte da Juventude. Agora que começamos a lembrar esses poderes antigos, esperamos que ajudem a restaurar a verdadeira honra e respeito que o útero e o feminino merecem.

In Goddess of Sacred Sex Traduzido e adaptado por IC

A LINHA MATRILINEAR



"Antes de sermos concebidos, existíamos em parte como um ovo no ovário da nossa mãe. Todos os ovos que uma mulher vai ter formam-se enquanto ela é um feto de quatro meses de idade no ventre de sua mãe. Isto significa que a nossa vida celular como um ovo começa no ventre de nossa avó. Cada um de nós passou cinco meses no ventre de nossa avó e ela, por sua vez, dentro do ventre de sua avó. Nós vibramos com os ritmos de sangue da nossa mãe antes de ela própria ter nascido. E este ritmo é o fio de sangue que corre desde lá detrás desde as avós da primeira mãe. Nós todos compartilhamos o sangue da primeira mãe - somos verdadeiramente crianças de um só sangue. Os homens não podem transmitir esta continuidade de energia celular para seu esperma. O pai não passa a marca de uma vida, mas apenas a energia fugaz de poucas semanas. A natureza do homem é, em muitas formas metafóricas, uma rápida ascensão e queda - o desaparecimento e ressuscitar de energia reflectida em tantos dos antigos deuses masculinos." 


~When The Drummers Were Women de Layne Redmond~ *In Mulheres e Deusas Blogue

15 de dez de 2013

Método de ovulação de Billings (MOB)

Muco cervical típico do período ovulatório 
Muco cervical típico do período ovulatório

O método de ovulação de Billings, ou MOB, é uma maneira comportamental e natural de prevenir a gravidez, já que se baseia em evitar relações sexuais em determinados períodos de cada ciclo menstrual, de acordo com a análise do muco cervical feminino; sem a utilização de métodos de barreira ou hormonais e, tampouco, intervenções cirúrgicas.
É um método bastante incentivado por grupos religiosos, principalmente por católicos, e tem a vantagem de ser simples, sem ônus e também a de permitir que a mulher conheça melhor o funcionamento do seu corpo. Além disso, pode ser aplicado pelos casais no momento em que acharem oportuno ter filhos, e incentiva o diálogo e respeito, uma vez que o ato de conceber ou não dependerá do consenso e conduta dos dois.

A mulher tem sensações diferentes nas fases do ciclo menstrual, devendo ficar atenta a estes sinais. Logo após a menstruação, não há formação de muco na vagina. Entretanto, ele vai surgindo no decorrer dos dias. Primeiramente, em pouca quantidade e, depois, em maior quantidade e também mais espesso. Esses são os períodos próximos à ovulação: fase mais fértil do ciclo menstrual, que ocorre na metade desse período.

Quando este evento ocorre, ela tem uma sensação de umidade na região vaginal e o muco apresenta aspecto e consistência de clara de ovo. Ele tem a função de nutrir, proteger, selecionar e conduzir espermatozoides até as tubas uterinas. Assim, é nesta época em que contatos genitais não devem ser feitos, caso o casal não deseje ter filhos.

Como exige bastante conhecimento de seu próprio corpo e autocontrole, existem mulheres cuja ovulação não é regulada e, ainda, aquelas que possuem problemas de saúde que podem desencadear no aumento do muco da vagina; este método tem entre 3 e 25% de falha, já que depende mais da observação da mulher e do casal, do que do método em si. Assim, caso opte pelo MOB, pode ser interessante buscar um acompanhamento, seja pelo médico ou uma instrutora. Muitas igrejas oferecem, gratuitamente, cursos e orientações que contemplam esta questão.
É importante lembrar que o Billings, assim como os outros métodos contraceptivos, exceto a camisinha, não protegem contra a AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

12 de dez de 2013

REGULAMENTO GERAL "LOBUNO" PARA A VIDA:


1- Comer
2- Descansar.
3- Vagabundear nos períodos intermediários.
4- Ser fiel.
5- Amar os filhos.
6- Meditar à luz da lua.
7- Aguçar o ouvido
8- Cuidar de seus ossos.
9 - Fazer amor.
10 - Uivar frequentemente.

Dr. Clarissa Pinkola Estes



10 de dez de 2013

30 de nov de 2013

A Grande Mãe Brasileira


in 

Brasil é o país que concentra o maior número de pessoas a cultuarem uma das manifestações da Grande Mãe, como Iemanjá, a deusa ancestral das águas, “A Senhora do Mar”. Só perde para a Índia, onde inúmeras deusas com diversos nomes e aspectos são cultuadas até hoje. Anualmente, às vésperas do Ano Novo e no dia dois de fevereiro, milhões de pessoas levam suas oferendas e orações para as praias brasileiras, ou saem em procissões marítimas ou fluviais, similares às antigas cerimônias egípcias e romanas – Navigium Isidi – dedicadas a Ísis, Deusa Mãe protetora dos viajantes e das embarcações.

Apesar da devoção brasileira a Iemanjá, seu culto não é nativo - ele foi trazido ao Brasil no século XIII pelos escravos da nação ioruba. Yemojá ou YéYé Omo Ejá, a “Mãe cujos filhos são peixes”, era o orixá dos Egbá, a nação ioruba estabelecida outrora perto do rio Yemojá, no antigo reino de Benin. Devido a guerras, os Egbá migraram e se instalaram às margens do rio Ogun, de onde o culto a Iemanjá foi levado pelos escravos para o Brasil, Cuba e Haiti.

Nesses países, Iemanjá passou a ser venerada como “Rainha do Mar”, orixá das águas salgadas, apesar da sua origem ter sido “o rio que corre para o mar”, sua saudação sendo Odo-Yiá, que significa “Mãe do Rio”. Analisando os nomes Ya/man /Ya e Ye/Omo/Ejá conforme a “Lei de Pemba”– a grafia sagrada dos orixás, postulada pela Umbanda Esotérica-, encontram-se os mesmos vocábulos sacros que significam “Mãe das águas, Mãe dos filhos da água (peixes) e Mãe Natureza”.

Iemanjá é considerada pela Umbanda Esotérica como uma das sete “Vibrações Originais”, sendo o princípio gerador receptivo, a matriz dos poderes da água, o eterno e Sagrado Feminino. Portanto, Iemanjá personifica os atributos lunares e aquáticos da Grande Mãe, padroeira da fecundidade e da gestação, inspiradora dos sonhos e das visões, protetora e nutridora, mãe primeva que sustenta, acalenta e mitiga o sofrimento dos seus filhos de fé.

No entanto, por mais que Iemanjá seja reconhecida e venerada no Brasil, ela não representa a Mãe Ancestral nativa, que tenha sido cultuada pelas tribos indígenas antes da colonização e da chegada dos escravos. Infelizmente, muito pouco se sabe a respeito das divindades e dos mitos tupi-guarani. A cristianização forçada e a proibição pelos jesuítas de qualquer manifestação pagã destruíram ou deturparam os vestígios de Tuyabaé-cuáa, a antiga tradição indígena, a sabedoria dos velhos payés.

Segundo o escritor umbandista W.W. da Matta e Silva e seus discípulos Rivas Neto e Itaoman, a raça vermelha original tinha alcançado, em uma determinada época distante, um altíssimo patamar evolutivo, expresso em um elaborado sistema religioso e filosófico, preservado na língua-raiz chamada Abanheengá, da qual surgiu Nheengatu, a “língua boa”, origem dos vocábulos sagrados dos dialetos indígenas. Com o passar do tempo, a raça vermelha entrou em decadência e, após várias cisões, seus remanescentes se dispersaram em diversas direções. Deles se originaram os tupi-nambá e os tupi-guarani, que se estabeleceram em vários locais na América do Sul.

As concepções religiosas do tronco tupi eram monoteístas, postulando a existência de uma divindade suprema, um divino poder criador (às vezes chamado de Tupã) que se manifestava por intermédio de Guaracy (o Sol) e Yacy (a Lua) que, juntos, geraram Rudá (o amor) e, por extensão, a humanidade. O culto a Guaracy era reservado aos homens, que usavam os tembetá, amuletos labiais em forma de T, enquanto as mulheres veneravam Yacy e Muyrakitã, uma deusa das águas, e usavam amuletos em forma de batráquios e felinos, pendurados no pescoço ou nas orelhas.

Guaracy era a manifestação visível e física do poder criador representado pelo Sol. Apesar do astro ser considerado o princípio masculino na visão dualista atual, a análise dos vocábulos nheengatu do seu nome revela sentido diferente. Guará significa “vivente”, e cy é “mãe”, o que formaria a “Mãe dos seres viventes”, a força vital que anima todas as criaturas da natureza, a luz que cria a vida animal e vegetal. Também em outras tradições e culturas (japonesa, nórdica, eslava, báltica, egípcia, australiana e nativa americana), o Sol era considerado uma Deusa, o que nos faz deduzir que, para os nativos tupi, a vida e a luz solar provinham de uma Mãe - Cy - que só mais tarde foi transformada em Pai. Yacy era a própria Mãe Natureza, seu nome sendo composto de Ya (senhora) e Cy (mãe), “a Senhora Mãe”, fonte de tudo, manifestada nos atributos da Lua, da água, da natureza, das mulheres e das fêmeas.

Cy - ou Ci - representa, portanto, a origem de todas as criaturas, animadas ou não, pois tudo o que existe foi gerado por uma mãe que cuida da sua preservação, do nascimento até a morte. Sem Cy (mãe), não existe, nem pode perdurar a vida, pois ela é a Mãe Natureza, o principio gerador, nutridor e sustentador da vida. Na língua tupi existem vários nomes que especificam as qualidades maternas: Yacy, a Mãe Lua; Amanacy, a Mãe da Chuva; Aracy, a Mãe do Dia, a origem dos pássaros; Iracy, a Mãe do Mel; Yara, a Senhora da Água; Yacyara, a Senhora do Luar; Yaucacy, a Senhora Mãe do Céu; Acima Ci, a Mãe dos Peixes; Ceiuci, a Mãe das Estrelas; Amanayara, a Senhora da Chuva; Itaycy, a Mãe do Rio da Pedra, e tantas outras mães – do frio e do calor, do fogo e do ouro, do mato, do mangue e da praia, das canções e do silêncio. As tribos indígenas conheciam e honravam todas as mães e acreditavam que elas geravam sozinhas seus filhos, sem a necessidade do elemento masculino, atribuindo-lhes a virgindade - o que também em outras culturas simbolizava sua independência e autossuficiência. Em alguns mitos e lendas, as virgens eram fecundadas por energias numinosas (sobrenaturais) em forma de animais (serpente, pássaro, boto), forças da natureza (chuva, vento, raios), seres ancestrais ou divindades.

A explicação da omissão na mitologia indígena do elemento masculino na criação era o desconhecimento do papel do homem na geração da criança, além do profundo respeito e reverência pelo sangue menstrual que, ao cessar “milagrosamente”, se transformava em um filho. Somente pela interferência dos colonizadores europeus e pela maciça catequese jesuíta que, na criação do homem, o Pai assumiu um papel preponderante, o Filho tornou-se o segundo na hierarquia, salvador da humanidade - como Jurupary, e à Mãe coube apenas a condição de virgem (como Chiucy). Porém, apesar do zelo dos missionários para erradicar os vestígios dos cultos nativos da cultura indígena e dos escravos, muitas de suas tradições sobrevivem nas lendas, nos costumes folclóricos, nas práticas da pajelança - e sua variante a encantaria - que estão ressurgindo, cada vez mais atuantes, saindo do seu ostracismo secular.

Outro arquétipo da Mãe Ancestral é descrito no mito amazônico da Boiúna, a “Cobra Grande”, dona das águas dos rios e dos mistérios da noite. Apresentada como um monstro terrível que vive escondido nas águas escuras do fundo do rio e ataca as embarcações e pescadores, a Boiúna ou “Cobra Maria” é, na verdade, a “Face Escura da Deusa, a Mãe Terrível, a Ceifadora”, que tanto gera a vida no lodo como traz a morte, no eterno ciclo da criação, destruição, decomposição, transformação e renascimento. Caamanha, a “Mãe do Mato”, é outro aspecto da “Mãe Escura” que protege as florestas e os animais silvestres, e pune, portanto, os desmatamentos, as queimadas, a captura e matança dos animais e a violência contra a natureza. Pouco conhecida, ela foi transformada em dois personagens lendários: Curupira e Caapora. Descritos como seres fantasmagóricos, peludos, com os pés voltados para trás, às vezes com um aspecto feminino, são os guardiões das florestas, que levavam os caçadores e invasores do seu habitat a se perderem nas matas, punindo-os com chicotadas, pesadelos, acidentes ou até mesmo com a morte.

Nas lendas guarani relata-se a aparição da “Mãe do Ouro”, que surge como uma bola de fogo ou manifesta-se nos trovões, raios e ventos, mostrando a direção da mudança do tempo. Em sua representação antropomórfica, ela torna-se uma linda mulher que reside em uma gruta no rio, rodeada pelos peixes e de onde se manifesta no ar como raios luminosos, ou então surge na forma de uma serpente de fogo, punindo os destruidores das pradarias. Em sua versão original, ela era considerada a guardiã das minas de ouro, que seduzia os homens com seu brilho luminoso, afastando-os das jazidas. Seu mito confunde-se com o do Boitatá, uma serpente de contornos fluídicos, plasmada em energia etérea com dois imensos olhos; ela guardava os tesouros escondidos, reminiscência dos aspectos punitivos da Mãe Natureza, defendendo e protegendo suas riquezas.

A deturpação cristã do mito punitivo pode ser vista na figura da “Mula sem Cabeça”, metamorfose da concubina de padre, que assombra os viajantes nas noites de sexta-feira (dia dedicado, nas culturas pagãs, às deusas do amor, como Astarte, Afrodite, Vênus, Freyja) e do Teiniágua, lagarto encantado que se transforma em uma linda moça para seduzir os homens, desviando-os dos seus objetivos.

Quanto ao significado esotérico de Muyrakitã, devemos decompor seu nome em vocábulos para compreender sua simbologia feminina: Mura - mar, água; Yara - senhora, deusa; Kitã - flor. Podemos então interpretá-lo como “A deusa que floriu das águas” ou “A Senhora que nasceu do mar”. Esta divindade aquática, considerada a filha de Yacy, era reverenciada pelas mulheres que usavam amuletos mágicos chamados ita-obymbaé, confeccionados com argila verde, colhida nas noites de Lua Cheia no fundo do lago sagrado Yacy-Uaruá (“Espelho da Lua”), morada de Muyrakitã. Esses preciosos amuletos só podiam ser preparados pelas ikanyabas ou cunhãtay, moças virgens escolhidas desde a infância como sacerdotisas do culto de Muyrakitã - vetado, portanto, aos homens. Nas noites de Lua Cheia, as cunhãtay, devidamente preparadas, esperavam que Yacy espalhasse sua luz sobre a superfície do lago e, então, mergulhavam à procura da argila verde. A preparação das virgens incluía jejum, cânticos e sons especiais (para invocar os poderes magnéticos da Lua), além da mastigação de folhas de jurema, uma árvore sagrada que contém um tipo de narcótico que facilita as visões. Enquanto as cunhãs mergulhavam, as outras mulheres ficavam nas margens do lago entoando cânticos rítmicos ao som dos mbaracás (chocalhos). Depois de “recebida” a argila das mãos da própria Muyrakitã, ela era modelada em discos com formato de animais, sendo deixado um pequeno orifício no centro. Em seguida, todas as mulheres realizavam encantamentos mágicos, invocando as bênçãos de Muyrakitã e Yacy sobre os amuletos, até que Guaracy, o Sol, nascia solidificando a argila com seus raios.

Esses amuletos, que ficaram conhecidos com o nome de muiraquitã, tinham cor verde, azul ou de azeitona e eram usados no pescoço ou na orelha esquerda das mulheres. Acreditava-se que eles conferiam proteção material e espiritual e que podiam ser utilizados para prever o futuro, nas noites de Lua Cheia. Após serem submersos na água do mesmo lago, os amuletos eram colocados na testa das cunhãs e com orações eram invocadas as bênçãos de Yacy e Muyrakitã.

No nível exotérico, profano, o muiraquitã é conhecido como um talismã zoomorfo, geralmente em forma de sapo, peixe, serpente, tartaruga ou de felinos, talhado em pedra (nefrite, esteatita, jadeíta ou quartzito), bem polido, ao qual se atribuíam poderes mágicos e curativos. Foram encontrados vários deles na área do baixo Amazonas, entre as bacias dos rios Trombetas e Tapajós, sendo chamados de “pedras verdes das Amazonas”.

Esta denominação folclórica pode ser uma confirmação do mito das Amazonas ou Ycamiabas, as “mulheres sem homens”, como foram chamadas pelo padre Carvajal, da expedição de Francisco de Orellana, em 1542. Os relatos míticos as descrevem como mulheres altas, belas, fortes e destemidas, longos cabelos negros trançados e tez clara, que andavam despidas e utilizavam com maestria o arco e a flecha para guerrear e caçar. Diz a lenda que elas escolhiam anualmente homens adequados para serem os pais de seus filhos, presenteando-os com muiraquitãs. Outras fontes afirmam que elas usavam ornamentos de pedras verdes esculpidos em forma de animais como objetos de troca com visitantes ou tribos vizinhas. Os missionários atribuíam aos índios tapajós a origem dos muiraquitãs, mas eles eram apenas seus portadores, não os fabricantes, exibindo-os como símbolos de poder ou riqueza, ou ainda como compensação na realização de ritos fúnebres, nas cerimônias de casamento ou para selar alianças e acordos de paz entre as tribos.
Ocultos em mitos, lendas e crenças, existem ainda muitos resquícios das antigas tradições e cultos indígenas. Descartando as sobreposições e distorções cristãs e literárias, poderemos resgatar a riqueza original das diversas e variadas apresentações da criadora ancestral brasileira, Mãe da Natureza e de tudo o que existe, que existiu e sempre existirá. Cabe aos estudiosos e pesquisadores atuais desvendar os tesouros históricos do passado indígena brasileiro, com isenção de ânimo e sem distorções, em uma sincera dedicação e lealdade à verdade original, para oferecer às nossas mentes as provas daquilo que os nossos corações femininos sempre souberam, ou seja, "que a Terra é a nossa Mãe e devemos cuidar dela”. 

Cada vez mais temos provas científicas desta verdade que existe nos nossos corações, ou seja, que nos tempos antigos os seres humanos veneravam e oravam para uma Criadora, guardiã dos portais da vida e da morte, cujos templos eram a própria Natureza e cujos nomes estão ocultos nas nossas memórias ancestrais. Por sermos seus filhos, somos todos nós irmãos de criação, interligados, conectados e responsáveis por fazermos parte da teia cósmica e telúrica da Sua Criação. Como Filhas da Grande Mãe brasileira, devemos lembrar e honrar que cada árvore, animal, pedra ou planta tem uma mãe, que existem guardiões da natureza que observam e julgam nossas ações e que a única maneira de garantir nossa sobrevivência é respeitar, cuidar e amar o solo sagrado sobre qual caminhamos, que nos alimenta e sustenta. Porém não devemos esquecer que a Mãe Natureza tem sua Face Terrível e antes que ela a torne contra nós, precisamos mudar nossas ações e atitudes, curar as feridas que infligimos no corpo da Mãe Terra, expandir nossa consciência, refazer crenças, valores e propósitos e consagrar nossas vidas para deixar um melhor legado para nossos descendentes.

Que a Grande Mãe perdoe nossas faltas e erros e que nos ajude salvar a natureza e manter a paz sobre a Terra!

Fonte: Teia de Thea

27 de nov de 2013

Conheça os benefícios do Orgonite

A descoberta do Orgone
Dr. Wilhelm Reich (1897-1957) teve uma rica tragetória que o levou desde a Psicoanálise, passando pela Biologia e pela Física. Ele tinha tentado encontrar uma cura, durante anos, para aquilo que a partir de certa alura considerou ser o maior flagelo da Humanidade – o cancro. Reich considerava os tumores como o último dos estágios de uma doença que se manifestava na pessoa já desde à anos, com simtomas aparentemente não-relacionados com o cancro, como os desequilíbrios psíquicos.
A certa altura começou a fazer experiências com infusões de água e outras substâncias orgânicas tais como relva, areia, carvao etc. que resultaram na desintegração da matéria orgânica em pequenas vesículas, não ainda amebas mas de facto num estado entre a matéria não-viva e os mico-organismos vivos para os quais mais tarde se desenvolveriam. Reich chamou-lhe bions.
Reich descobriu que submeter bions à esterilização e a temperaturas nenhuma outra criatura poderia sobreviver não os matava! Estes bions produziam uma intensa luz azul e congregavam enventualmente em grupos que – inacreditavelmente – mais tarde se transformariam em protozoários como a ameba ou o paramécio.
Reich também descobriu que podia obter enormes quantidades de vesículas bion se primeiro aquecesse a matéria orgânica (por exemplo sangue) ou inorgânica (por exemplo areia do mar) com temperaturas muito altas e depois as imergisse num medium líquido especial. Este procedimento possibilitou a “libertação” de grandes quantidades de bions a partir dessas substâncias, que estavam agora disponíveis para formar novos organismos vivos.
Através da observação persistente Reich apercebeu-se que era a energia Orgone que dava aquela luminosidade azul e permitia a biogénese dos bions. Ele descobriu que a energia orgone permeia não só tudo aquilo que vive, mas que também se encontrava em substâncias não-vivas (como areia, carvão, terra) e está presente em toda a parte na atmosfera, sendo o Sol o maior “productor” de energia orgone.
Reich descobriu que o cancro não é mais do que a fome prolongada de energia vital na pessoa afectada. Desta maneira os tumores nada mais são do que o estado já muito avançado de uma doença que ele considerava afectar milhões.
A história dos experimentos do Dr. Reich é fascinante e eu recomendo que leiam o seu livro em dois volumes: “A Descoberta do Orgone”.
O Orgone é provavelmente a mesma energia chamada de “prana” na cultura indiana e “chi” na cultura chinesa.
Aplicações da Orgonite 
  • Pôr por baixo da cama para dormir melhor.
  • Fixá-la com fita-cola no cano da água para re-energizar ou colocar discos de orgonite sob garrafas ou copos d'água.
  • Pôr sobre ou perto dos electrodomésticos da casa, como a televisão ou o microondas, ou próximo de celulares
  • Se tiver orgonite de sobra, experimenta pôr um em cada canto da tua casa ou terreno para que fiquem bem protegidos. A tua casa vai então passar a funcionar como um abrigo de influências electromagnéticas e energia negativa que existam no mundo exterior.
  • Pôr num terreno de cultivo, ou mesmo num jardim, para que as plantas e flores cresçam melhor e mais saudáveis.
  • Leva a orgonite contigo, sob a forma de pingente ou simplesmente carregue-a no bolso ou na mala enquanto fazes o teu dia-a-dia. Assim terás sempre contigo uma pequena fonte de boa energia, onde quer que vás.                        Fonte : http://www.orgonite-portugal.com/)
Conversão de orgone no ambiente:
 A orgonite trabalha sozinha. Podendo ficar sobre um móvel em um cômodo, na porta de entrada ou de um escritório. Não importa se for num lugar arejado, pois neste caso uma corrente de ar não interfere na energia do orgone e a orgonite  estará atraindo o orgone ruim (NOR – Danificado ou Negativo) por vários metros ao seu redor, como se fosse um imã, purificando-o e emanando de volta para o ambiente com a mesma força, uma energia agora positiva (POR). Até mesmo a poluição e os venenos químicos presentes no ar serão esterilizados, ou até eliminados. Existem relatos no exterior, onde pessoas ruins, com energias maléficas e mal intensionadas, sentem-se mal e desconfortáveis, não conseguindo se manter no local perto de uma orgonite, e sem sequer imaginar que havia uma por perto. São relatos bem curiosos, e imagino que isso ocorra pelo fato da tal pessoa sentir-se sugada pela orgonite, pois isso é o que ocorre quando há energia negativa por perto.

Agindo diretamente no corpo

1- Mantenha a orgonite próxima de você. Não há sentido em colocar a orgonite no sótão, porão ou gaveta, onde não há ninguém por perto. Pode deixa-la na mesa do escritório, no local de trabalho, em casa no quarto, na sala ou em qualquer outro comodo onde houver fluxo de energia, pessoas no local. Se você tiver uma orgonite pequena, como um pingente por exemplo, carregue-a com você o tempo todo. Um modelo “portátil”, como a Pedrinha da Gratidão, pode ser levado na bolsa, no bolso ou numa “pochete”, como desejar. Como elas tem grande quantidade de metais em seu interior, cuidado quando for a bancos, pois elas disparam o alarme anti-metal. Nesse caso, passe-a junto com o cellular, pela janelinha de inspeção dos guardas. Se preciso, diga que é apenas um amuleto ou um artesanato. Mas mantenha-a SEMPRE consigo.
 2- Durma com ela ao lado da cama. Pode deixa-la embaixo da cama também, uma boa sugestão seria aquecê-la com as mãos quando for dormir, depois colocá-la no baixo ventre, onde temos o aparelho digestivo. Este é o local do nosso organismo onde se processam os alimentos, onde surgem as energias negativas. Você pode enrolá-la em um paninho para utilização, isso não fará diferença. Todas as doenças surgem a partir do sistema digestivo, dormir com a orgonite vai melhorar visivelmente a sua saúde, e em pouco tempo você notará esta mudança positiva,pois não sentira mais aquele cansaço do dia-a-dia, não terá mais gripes ou doenças viróticas com tanta facilidade. Uma outra curiosidade é que em pouco tempo você sentirá um prazer especial em degustar alimentos saudáveis, como legumes, frutas e tudo que a natureza nos oferece através do que o nosso maravilhoso planeta produz. Seria um imenso prazer vê-los num futuro próximo relatando suas experiências, e sua melhoria na saúde e energética em geral. Uma dica importante, seria você aproveitar este impulso de vitalidade que surgirá num determinado momento e entrar numa academia para fazer caminhadas na esteira e levanter pesos leves, ou mesmo fazer caminhadas ao ar livre. Passe a se alimentar bastante com alimentos da terra, ou seja, comer muita salada, você poderá até fazer uma refeição “exclusiva” com esses alimentos, como por exemplo uma tijela cheia (como aquelas de pipoca),tempere com bastante MODERAÇÃO, sugiro apenas um pouquinho de sal e um fio de azeite (sal marinho e azeite extra-virgem), você deverá se sentir satifeito apenas com uma bela tijela de salada, e três tomates cortados em cruz, e talvez um pepino cortado em fatias. Aos poucos vá eliminando da sua alimentação os alimentos enlatados, e bebidas artificiais (refrigerantes, sucos em pó, bolachas, empanados, massas, etc) e, PRINCIPALMENTE, devagarzinho vá se livrando da CARNE. A carne é o pior doa males da nossa civilização deturpada de hoje. Depois você se tornará uma nova pessoa, e faço questão de poder ouvir/ ver suas experiências
3- Saúde debilitada: Agora o mais importante, são as aplicações para melhorar e eliminar problemas de saúde. Para começar, vale lembrar de uma coisa importante, trate sua orgonite com cuidado, carinho e amor. Como se fosse um amuleto da sorte, e aliás é bem mais do que isso. Nunca a jogue, ou xingue, como por exemplo “esta estorvando!” Ela não ouve com certeza (risos), mas xingamentos e praguejos geram energia negativa, emanam o Orgone negativo. Para saber mais sobre isso pesquise pelas Experiências do Dr. Masaru Emoto, experiências muito interessantes feitas com os cristais de água e o poder da consciência humana. E como a orgonite é sua e com a finalidade de ajuda-lo(a), você não deve de forma alguma “tratá-la mal”. Então, falaremos agora de forma bem simples e informal, como fazer uso da Orgonite para melhoria na saúde.
4- Enxaqueca: Aqueles que sofrem de enxaqueca conseguem sentir quando ela está chegando, é aquela conhecida dorzinha de cabeça que vai surgir como um aviso, e pela experiência as pessoas já sabem que ela sera intensa e recorrem a remédios e repouso em um quarto escuro. Os que não podem fazer isso, por estarem trabalhando por exemplo, sofrem muito com esse mal. Com a sua orgonite, (até as bem pequenas servem), faça da seguinte forma: quando a dor ainda estiver fraquinha, surgindo, pare o que estiver fazendo e sente-se em um sofa ou deite-se na cama, o importante é estar emu ma sala sem poluição Sonora. Coloque a orgonite na sua testa, encostando na pele sem medo, pois sua resinanatural não agride a pele, mas se quiser enrolá-la em um paninho tambem não faz diferença, como havia dito antes.
Então, com a orgonite encostada na testa, ou na area onde você sente a dor, relaxe e feche os olhos, fique assim durante uns 15 minutos ou meia hora, e se preciso, mais um pouco. Não assista Tv ou ouça música durante o processo. Fique apenas em silêncio e concentre-se no local onde a orgonite esta aplicada. Você terá uma sensação diferente no local, como se fossem cócegas fraquinhas. Signica que a orgonite estará “puxando” o NOR que está na região. Use tambem a imaginação, o poder do pensamento, imaginando que a energia ruim está sendo sugada para fora e sendo transformada dentro da orgonite, purificada. A sua recuperação sera impressionante e em pouco tempo, você não precisara mais de remédios para enxaqueca (Remédio= Drogas criadas para destruir seu corpo a longo prazo), você ficará impressionado(a) e muito feliz com os resultados obtidos! Se os 15 minutos ou meia hora não forem suficientes, fique por mais tempo. Mas não se esqueça, se você deixar a enxaqueca chegar de uma vez, fica bem mais difícil eliminá-la, então, você precisa perceber quando ela está chegando, ou seja, logo no início quando começar a sentir uma dorzinha leve, então, use a orgonite. Um dia você não terá mais enxaquecas. Aliás é interessante dizer, você sabia que existem cristais de quartzo dentro da sua glândula pineal, no seu cérebro? (curiosidade)
5- Inflamações: Outra forma de aplicação, se você está com uma inflamação no seu corpo, a orgonite irá resolvê-la rapidamente. Exemplo: Se você está com um dente inflamado, doendo, ou até mesmo com a gengiva inchada e uma inflamação grande na raiz do dente. Você coloca a orgonite no local, e faz como a explicação no caso da enxaqueca, deite-se em um local silencioso, e focalize a atenção na orgonite. Sugiro até mesmo que durma com a orgonite assim. Quando acordar, você ficará impressionado(a) com o efeito que ela fará durante este período, pois toda inflamação irá sumir. Sumiu! E sem tomar “doril”! (risos). São exemplo de inflamações espinhas estranhas e doloridas no rosto, unhas encravadas, dor de ouvido, dor de dente, garganta inflamada, um machucado ou ferida inflamada, enfim, inúmeros casos de inflamação no corpo. Para finalizar: : as inflamações a Orgonite resolve rapidamente, em questão de horas, ou em uma noite.
6- Dor localizada. . Por exemplo, uma distenção muscular, uma batida que ficou “roxa”. Use a orgonite da mesma forma como nas aplicações anteriores , encostando-a no local que está lesado. Por exemplo, em uma lesão na coxa, você poderá até prender a orgonite no local usando esparadrapo, faixas ou coisa assim, para que ela fique ali durante horas. Isso irá agilizar o sistema de recuperação natural do corpo, e acalmar as dores. Você vai sentir a diferença.
7- Gripe chegando, com a garganta “arranhando” ou inflamada: durma com a orgonite encostada na garganta, pode enrolá-la em um paninho se quiser. Pela
manhã sua garganta estará sem a irritação e você não ficará gripado (geralmente este sintoma sempre acaba se transformando em gripe, a inflamação ou desconforto da garganta vai “subindo” até virar gripe).
8- Outras: Não se limite em experimentar a orgonite em outras situações de saúde. Não há contra-indicações. Se descobrir mais situações de cura ou alívios,
por favor me escreva e relate, assim posso passar para todo mundo a sua
experiência, com os boletins informativos da OrgoniteBrasil. As aplicações aqui narradas são algumas das já comprovadas por usuários do mundo todo.
9- Eliminação de poluição e químicas no ar. As orgonites da categoria “pessoal” também eliminam as impurezas suspensas no ar. Embora a super- eliminadora de químicas atmosféricas seja a “Chembuster”, as “orgonites pessoais” trabalham muito bem dentro dos cômodos de nossas casas. Quando vêm, lá de fora, fumaça mega-venenosa de cigarro, o veneno dos automóveis, poluição industrial ou as famigeradas Chemtrails, ao tentarem entrar no cômodo
pela janela ou frestas encontram resistência na proximidade da orgonite. Mas não abuse: não adianta colocar uma orgonite na mesa e deixar alguém acender um cigarro dentro do seu lar, pois ela não vai conseguir eliminar toda a imundície que está na fumaça mega-venenosa (mais de 4.200 venenos químicos
para destruir o cérebro e o corpo do ser humano – arma de depopulação em massa, muito bem sucedida pelo Câncer); A orgonite pessoal é usada para
proteger o cômodo contra a poluição que vem tentando entrar pela janela; esta poluição já vem bem “dissolvida” no ar, um fator importante para a atuação da
orgonite. Com a química não dissolvida, fortemente concentrada, como o assopro mortal de um fumante, aquela fumaça “palpável”, a quantidade de químicas e imundícies é muito grande. Se a poluição é grande na sua área, por exemplo se está em uma avenida movimentada com carros e ônibus passando o dia inteiro  reforçe o cômodo com a orgonite, mais de uma orgonite passoal, colocando mais de 1 por cômodo. Os carros, a partir da invenção da injeção eletrônica (anos 90) tornaram-se máquinas de spray de veneno líquido muito mais eficientes. Na próxima vez que você passer em um posto, por curiosidade peça para ver um “líquido limpador de injeção eletrônica”, são os “ADITIVOS” da marca “STP” (por exemplo), que as pessoas colocam 1 frasco a cada tanque de combustível. Você vai ficar estarrecido ao ler ali “Pode ser fatal se ingerido ou inalado”. Veja, o “aditivo” foi elaborado exatamente para ser INALADO pelas pessoas ao redor do veículo, e o veículo na verdade é uma desculpa esfarrapada para ser uma máquina de spray, portanto. Por isso os governos esmagam impiedosamente qualquer tecnologia para automóveis que não use gasolina (elétricos, H2O célula combustível – que muitas pessoas fazem a conversão em casa, de tão simples, mas as “montadoras” dizem que é mais difícil do que construir um ônibus espacial – e outras tecnologias).
10- Energização dos alimentos: Coloque uma orgonite no seu armário de armazenagem dos alimentos (os alimentos em sacos, como arroz, etc). Agora, os
alimentos da Terra, como os legumes, e as frutas da cesta, estas irão ficar muito felizes com a presença da orgonite! Você vai notar que as frutas vão durar mais na sua cesta. Faça o teste! Ah, aproveito para dizer que mantenha suas frutas e legumes longe do microondas (e celulares também) pois ele emite uma rádio-frequência nociva à saúde, e vai matando as frutas que estão próximas. Na verdade, lugar de microondas é no Lixo, mas isso é assunto para uma outra ocasião.
11- Jardim: A natureza responde com muita alegria e gratidão a uma orgonite! No seu jardim, as suas flores, plantas e hortinha irão mudar completamente de
aparência! Ficarão lindas! Até os insetos nocivos irão diminuir. Você pode até enterrar uma orgonite, por exemplo no meio de uma horta, o resultado será notável. Agricultores “com a mente sã” do mundo inteiro já descobriram as orgonites e estão usando em suas terras.
Encomende sua Orgonite com Ana Paula Andrade:
clafilhasdalua@gmail.com
Alguns modelos:







Discos carregadores 
(é possível colocar copo ou garrafa d'água em cima para energizar)
Para terapeutas limpar cristais depois de atendimentos, bem como utilizar na maca ou limpar as mãos.




Produtos: Orgonite Brasil
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