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4 de out de 2010

CAMINHOS DE REDUÇÃO DOS MIMETIZADORES HORMONAIS:

Toda mulher deve ler, perguntar e acreditar em seus instintos naturais além de aprender sobre seu próprio corpo. É também essencial que a mulher honre seu próprio ciclo natural e sua sabedoria intuitiva. É um direito da mulher escolher, com dignidade, a melhor forma de cuidar de sua própria saúde. Certamente, mulheres fazem isto muito bem com seu próprio poder e conhecimento no sentido de encontrar caminhos seguros, efetivos e naturais de se curarem a si mesmas. Curar o mundo, entretanto, requer estratégias e ações efetivas da população, do governo e da indústria. Aqui estão caminhos com os quais pode concretizar estas duas trilhas de cura.
CAMINHOS DE REDUÇÃO DOS MIMETIZADORES HORMONAIS:
 
 
  • Tomar decisões com conhecimento sobre o uso de medicamentos, especialmente estrogênios sintéticos em pílulas para o controle da natalidade e em terapia de reposição hormonal. Alternativas à TRH encontram-se no livro Menopause and Homeopathy (Menopausa e homeopatia) de Ifeoma Ikenze, MD, como também nos livros como Susun Weed. [20] Consultar a Physician’s Desk Reference (Secretaria de consulta médica) ou conferir o Breast Cancer Prevention Program [8] (Programa de prevenção ao câncer de mama) para conhecer ou descobrir os perigos destas drogas;
 
  • Questionar políticos e industriais para que tomem decisões que reduzam em nosso ambiente a presença de substâncias que geram disfunções hormonais além de realizarem análises prévias de substâncias e drogas quanto aos seus efeitos sinérgicos antes de sua aprovação. Apoiar campanhas que empurrem o governo canadense em Ottawa na negociação e aprovação de um tratado com caráter legal e obrigatório para exclusão total das substâncias tóxicas persistentes em todo o planeta além de reforçar as leis canadenses de proteção ambiental e de controle de agrotóxicos (nt.: Canadian Environmental Protection Act – Lei canadense de proteção ambiental – e Pest Control Produts Act – Lei dos agrotóxicos –). (O aprimoramento da nova lei canadense de proteção ambiental inclui, pela primeira vez no mundo, uma definição de precaução aos “disruptores endócrinos”, mas não como uma ação ministerial). O Canadá pode banir a importação de produtos que contenham ou que foram industrializados com estas substâncias, retirando subsídios das atividades que os geram, relatando anualmente sobre todos seus usos, suas fontes e seu armazenamento. Precisamos destruir, com cuidado, todos os PCB's e excluir atividades que gerem dioxinas e furanos – suas fontes máximas são: incineração de lodo de esgoto e de lixo urbano; o branqueamento de celulose/papel com cloro e a incineração imprópria de resíduos tóxicos;
 
  • Não fumar ou permanecer em locais de fumantes – a fumaça do cigarro contém miríades de carcinogênicos;
       
  • Acessar com cuidado aos riscos e benefícios do álcool. Beber moderadamente, elevando os níveis de estrogênio o álcool poderá às vezes oferecer alguma proteção. Mas efeitos negativos incluem desequilíbrio na secreção de melatonina (supressor do câncer) e a promoção de enzimas do fígado que aumentam os níveis do “mau” estrogênio. Uma pesquisa da Nurse’s Health, de 1995, demonstrou que três doses de bebida alcóolica aumentam os riscos de câncer de mama em todas as mulheres em mais de 200%. Também imobiliza células imunológicas. Isto pode explicar porque mulheres que bebem pesadamente têm o dobro ou mais nos índices de câncer de mama, fígado e do sistema digestivo. Bebedeiras podem disparar a dispersão de células de tumor pela supressão das células do organismo que eliminam as cancerígenas; [8]
  
  • Busque beber somente água filtrada – o filtro de osmose reversa em seu sistema de água é o ideal, o filtro de carvão ativado remove o chumbo;
 
Escolha sua alimentação, inteligentemente:

    1. evite alimentos processados e leia os rótulos dos produtos. Frutas, verduras e grãos integrais, nozes, sementes e leguminosas oferecem muitos benefícios de proteção;
    2. compre ou plante frutas e verduras orgânicas tanto quanto possível: acautele-se com produtos muito perfeitos (envenenados!!);
    3. sempre lave bem frutas e verduras com produtos não tóxicos além de remover as folhas externas das plantas folhosas;
    4. evite gordura animal ou láctea tanto quanto possível para reduzir a permanência da contaminação dos POP’s (produtos organoclorados persistentes). Adquira carne livre de hormônios. Carne de peru é uma das mais seguras; (nt.: Canadá) [8]
    5. atente com cuidado para o pescado originário de pesca industrial, observe os avisos governamentais (nt.: Canadá), especialmente quanto ao salmão e à truta. Peixe de mar é mais seguro; [6,8]
    6. faça dieta rica em produtos de soja, brócoli, couve, repolho, couve de Bruxelas e couve-flor;
    7. evite óleos prensados a quente, margarinas e produtos fritos, opte por azeite de oliva e manteiga orgânica;
    8. investigue suplementações vitamínicas, mineral e de amino-ácidos como os probióticos (bactéria digestiva);
    9. desintoxique seu fígado pelo consumo regular de substâncias originárias de plantas. Leia livros como Susun Weed [20] para salvaguardar a remoção pelo fígado dos estrogênios do sangue.
 
  • Como “simplesmente se ignora em quais plásticos os disruptores endócrinos estão presentes bem como qual produção e destino final de alguns deles possam liberar estes poluentes, por precaução, todos os plásticos deverão ser incluídos”, adverte o WWFC. Fazer-se pressão por produtos seguros como a retirada de plastificantes tanto das embalagens como dos filmes transparentes, para que se reduza drasticamente a migração destas substâncias para os alimentos embalados. Mamadeiras de nenês podem ser feitas com plásticos livres de bisfenol-A !;
  • Evite recipientes plásticos, copos de poliestireno, alimento embalado ou enlatado em envases com revestimento interno que podem conter pseudoestrogênios que migram para o alimento quando aquecidos ou ao ser estocado por longo tempo. Armazene ou coloque no microondas, os alimentos em embalagens de vidro. Exija mamadeiras de vidro e congele alimentos em embalagens de vidro abertas (deixar dois dedos de espaço para o alimento expandir-se e após vedar). Evite filmes transparentes de plástico (minimizando contato com o alimento) e alimentos gordurosos em plásticos selados a quente (embalagens para congelamento são melhores);
  • Evite plásticos feitos com PVC, identificado com o nº 3, em produtos finais como: embalagens para cuidados pessoais e produtos de limpeza domésticos; persianas ou venezianas plásticas; cortina para chuveiros; suprimentos de escritório, automóveis e construções. Uma preocupação particular está nos itens aos quais as crianças fazem contato como brinquedos, mordedores, assoalhos e mobílias de vinil. Apegue-se à madeira ou às fibras naturais. Produtos hospitalares e de enfermagem são fontes primárias tanto para os pacientes internados como para a comunidade: quando incinerados os plásticos feitos com PVC podem gerar dioxinas e furanos. Contate com grupos de ativistas da ONG e o site da Health Care Without Harm (Cuidados com a saúde sem danos) para pressionar os hospitais a trocarem as bolsas de sangue e de soro além dos catéteres e tubos, por aqueles não contaminados com PVC’s bem como pararem com a incineração de lixos hospitalares. [22]
 
  • Faça exercícios moderados como parte efetiva de sua vida. Exercícios resultam em menores exposições aos estrogênios naturais, protela a menarca, menos menstruações e menopausa precoce, aumentando o “bom” estrogênio e as proteínas conectadas a ele, reduzindo o risco de câncer de mama pelo desvio do estrogênio para longe das células sensíveis da mama. Procure desanuviar sua vida e durma o suficiente além da prática da meditação. Isto também ajuda suas glândulas supra-renais. [8]
 
  • Os produtos de cuidado pessoal estão minados de riscos. Alvejantes alcalinos (maioria dos sabonetes de supermercados) destroem o “manto ácido” da pele, o primeiro escudo de defesa contra os químicos. Evite tais produtos que contenham petroquímicos (incluindo cosméticos, protetores solar e repelentes de mosquitos). Evite espermicida e gel para vagina que contenham nonilfenol. Troque a tintura permanente ou semipermanente de cabelo para produtos seguros com hena, de ervas ou produtos seguros. As tinturas convencionais (principalmente a negra) contêm uma vasta gama de ingredientes carcinogênicos e contaminantes tóxicos que rapidamente são absorvidos pelo couro cabeludo. Pesquisas conectaram alguns deles o câncer de mama, linfoma non-Hodgkin’s e múltiplos mielomas. [8]
       
  • Evite agrotóxicos e todos os tipos de biocidas domésticos. Use métodos naturais para manter gramados e jardins. Se jogar golfe mantenha longe de sua boca as mãos, os tacos, as bolas e outros utensílios do jogo (a maioria dos campos de golfe é intensivamente aspergida com venenos). O Canadá suspendeu o registro de todos os agrotóxicos que continham hexaclorobenzeno, dioxinas e/ou furanos ou outros químicos tóxicos persistentes. Os herbicidas que contém o princípio ativo 2,4-D podem estar tanto com dioxinas como com HCB (nt.: BHC ou pó-de-gafanhoto entre nós) . As indústrias devem ser questionadas para contestar seu potencial de mimetizador hormonal. Usos que exponham crianças, devem ser suspensos. Nonilfenol pode estar presente nas formulações de agrotóxicos mesmo sem indicação no rótulo. Evite o uso de shampoos para humanos com lindano e piretróides tanto para o controle de piolho como da escabiose (sarna) além dos shampoos para controle de pulgas para animais domésticos (o lindano pode ter sido banido, mas está sendo levado pelos produtores de canola que o empregam em suas sementes [22]). Para pulgas aplique azeite de oliva, depois vinagre e enxágüe.
 
  • Nonilfenóis etoxilatos metabolizam-se como o mimetizador hormonal nonilfenol no esgoto e nos mananciais hídricos. São utilizados em detergentes líquidos, produtos multi-usos, sabonetes e shampoos tanto quanto em agrotóxicos, na extração do petróleo e gases naturais, em fábricas de celulose e papel além de têxteis. Evite alvejantes “super-poderosos” – provavelmente os nonilfenóis foram utilizados. Escolha sabões e detergentes, especialmente líquidos, que o fabricante lhe assegure que não contém nonilfenóis. Utilize produtos alvejantes não-tóxicos como soda cozida, bórax e vinagre ou produtos “verdes”, abolindo produtos com cloro e fosfatados. Minimize a utilização do carro e de energia. Nonilfenóis são utilizados na perfuração, na extração e na produção do petróleo e do gás natural. Encoraje a elaboração de uma lista planetária de produtos, disponíveis para o consumidor, que contenham nonilfenóis além do nome de seus fabricantes; [22]
 
  • Questione a segurança da energia nuclear: a radiação das usinas e dos aparelhos convencionais de mamografia pode gerar danos ao DNA e afetar os hormônios. Promova a eficiência energética e a produção segura de energia. Pressione pela termografia e por diagnósticos seguros além da prática do auto-exame das mamas; [8]
 
  • Campos eletromagnéticos podem causar disfunções tanto nos sistemas elétricos normais do organismo como no sistema imunológico. Escolha utensílios com baixos campos eletromagnéticos e utilize-os a uma distância segura – pelo menos setenta centímetros para pequenas unidades e mais para microondas. Telefones celulares e torres de transmissão podem emitir níveis perigosos de microondas. Campos eletromagnéticos assim como a luz à noite, inibem a melatonina; [8]
 
  • Evite pintura em spray e aerossol. Escolha tintas livre de chumbo. Lave com freqüência as mãos, os assoalhos e os peitorais das janelas;
 
  • Trate baterias e pilhas velhas como resíduos perigosos. Evite obturações dentais com amálgama de mercúrio. Solicite para novas obturações ou trocas, a porcelana, o ouro ou composta; [22]
 
  • Evite o mais possível todas as formas de cloro. Promova o ozônio para substituir o cloro no tratamento de piscinas. Escolha produtos de papel branqueados sem cloro por este gerar dioxinas e furanos, dois dos mais perigosos POP’s;
 
  • Não reutilize velhos postes e dormentes de estradas-de-ferro para jardins ou construções já que a maioria dos postes e alguns dos dormentes foi tratada com pentaclorofenol que libera dioxinas, furanos e hexaclorobenzeno;
 
  • Insista num local de trabalho seguro;
 
  • Envolva-se até as raízes no trabalho conjunto de grupos como o Women’s Network on Health and the Environment/Rede de Mulheres – Saúde e Ambiente;
 
  • Consulte os websites e as publicações do World Wildlife Fund (www.wwfcananda.org) e o Center for Bioenvironmental Research at Tulane and Xavier Universities (http://e.hormone.tulane.edu/), que também localiza informações e pesquisas internacionais. 
Fonte: Nosso Futuro Roubado

Puberdade aos 8 anos

As meninas dos EUA estão atingindo a puberdade mais jovens. Ou seja, cada vez mais cedo. Nos anos noventa, o desenvolvimento de seios – o primeiro sinal da puberdade em meninas – na idade de 8 anos era considerado um evento anormal que deveria ser investigado por um endocrinologista.

Entretanto, em 1999, segundo um estudo de 1997 foi detectado que quase metade das jovens afronorteamericanas e 15% das euro-norteamericanas tinham começado a desenvolver seios na idade de 8 anos, fez com que a Sociedade Lawson Wilkins de Endocrinologia Pediátrica sugerisse uma mudança naquilo que era considerado como “normal”.

Eles sugeriram a mudança da puberdade na idade de 8 anos de anormal para normal e baixando a puberdade anormal aos 7 anos para meninas brancas e 6 anos para as meninas negras, ambas norte-americanas.

Mas enquanto alguns especialistas acreditam que a mudança não é nada para se preocupar, outras pessoas, incluindo os pais, estão alarmados.

Puberdade precoce que expõem meninas ao estrogênio por mais tempo em suas vidas, está conectada ao câncer de mama e a outros riscos. No entanto, os cientistas estão incertos do quê estudar das causas potenciais da puberdade precoce, que incluem:

• Hormônios nos alimentos;
• Agrotóxicos no processo de produção;
• Ftalatos em plásticos e cosméticos;
• Obesidade que expõem as meninas a mais estrogênio;
• Estresse gerado em ausência paterna na família: e
• Sexualidade sugerida pela programação da TV.

Conduzir um estudo para averiguar estes fatores é quase impossível já que há tantas substâncias químicas no ambiente que agem como estrogênicas que não existem populações controle que possam servir de contraponto nesta pesquisa.

E enquanto os cientistas lutam de como compreender o que está levando meninas a amadurecerem cada vez mais jovens, os pais estão sendo forçados a ter conversas adultas com suas crianças muito mais cedo do que seria esperado.

Fontes:
• Los Angeles Times January 21, 2008
• The Falling Age of Puberty in U.S. Girls August 2007

Comentário do Dr. Mercola:

Em vez de reconhecer de que as meninas alcançarem a puberdade em idades cada vez mais jovens ser tido como um sinal de que algo está errado, certos “especialistas” preferem alterar exatamente a definição daquilo que é considerado normal!

Bem, isto é uma das aproximações ao problema. Se não se gosta dos fatos, troca-se sua definição e assim eles instantaneamente se alteram.

Na realidade, alguma coisa está errada, mas muito errada, quando meninas de 5, 6 e 8 anos começam a ser púberes. Alguns estudos têm detectado meninas com até 2 anos que estão tendo seu desenvolvimento sexual.

Não somente estas crianças têm que se confrontar com um injusto aumento do risco ao câncer em sua caminhada na vida, mas perderem preciosos dias de sua infância por terem seus corpos amadurecido muito mais rápidos do que suas mentes.

Os sinais de sua puberdade precoce (também conhecido como desenvolvimento sexual precoce) incluem:

Para meninas antes dos 8 anos:

• Seios
• Pelos pubianos ou axilares
• Primeira menstruação

Para meninos antes dos 9 anos:

• Aumento dos testículos e do pênis
• Pelos pubianos e axilares
• Barba facial

Este é claramente um problema multifacetado. Como há o aumento do número de crianças se esforçando para terem um peso saudável (struggle to keep to a healthy weight), a obesidade e o sobrepeso podem muito bem ter um papel importante neste problema.

Crianças com sobrepeso têm elevado seus níveis de insulina, uma habilidade aumentada tanto de conversão de hormônios ao estrogênio como também para armazenar toxinas ambientais, todos podendo contribuir para a puberdade precoce.

Então, novamente nossas crianças podem estar sendo expostas a moléculas que mimetizam hormônios mesmo antes delas nascerem.

"Graças à exposição de suas mães, mesmo os fetos no útero têm doses mensuráveis de substâncias químicas que mimetizam hormônios," diz Theo Colborn, autora do livro “O Futuro Roubado” (Our Stolen Future) (nt.: editado no Brasil pela L&PM, em 1997), que é uma das MELHORES fontes de pesquisa para este tópico.

Químicos Ambientais Podem Mimetizar Nossos Hormônios

Substâncias químicas que são disruptores endócrinos (Endocrine-disrupting chemicals) afetam nossos hormônios os quais controlam o desenvolvimento e as funções de nosso organismo. Há uma evidência crescente de que eles podem causar danos tanto no desenvolvimento de crianças como de fetos por serem particularmente sensíveis a estes químicos em razão deles não terem desenvolvido mecanismos de proteção presentes nos corpos adultos.

Onde estes químicos, feitos artificialmente pela humanidade, podem ser encontrados?

• Hormônios de crescimento bovino (Bovine growth hormones) comumente ministrado ao rebanho leiteiro comercial.
• Alimentos feitos com soja (Soy foods), já que ela é rica em fitohormônios.
• Bisfenol A (Bisphenol A), comumente adicionado a muitos produtos plásticos como mamadeiras, vasilhames para alimentos e a película protetora em latas de refrigerantes.
• Ftalatos (Phthalates), aditivo empregado em certos plásticos.
• Ácido perfluoroctanóico (Perfluorooctanoic acid/PFOA) – melhor conhecido como Teflon.
Outras substâncias químicas ambientais como os PCBs e o DDE (um metabólito do agrotóxico DDT) podem também estar associadas com o desenvolvimento precoce em meninas. Tanto o DDE como os PCBs são conhecidos por mimetizarem, ou interferirem com os hormônios sexuais.

Algumas mães desinformadas estão sempre alimentado seus nenezinhos vulneráveis com alimentos infantis feitos com soja (soy infant formula). Expõem seus nenês a um equivalente a cinco pílulas anticoncepcionais do pior estrogênio a cada dia. Por esta mesma razão, é também importante que mulheres grávidas evitem ingerir soja (pregnant women to avoid eating soy), por criar um ambiente altamente estrogênico no útero, podendo aumentar em suas crianças riscos a um futuro câncer de mama.

Lembremo-nos que nossas crianças podem ser expostas diretamente a estes químicos ou enquanto ainda estiverem no útero. Assim, se és uma mulher que estás planejando ter um filho, é crucial limitares tua exposição a estas substâncias tanto quanto possível, através de:

• Estocar teu alimento em vasilhames de vidro tanto quanto possível, já que ele é o mais inerte que se pode dispor.

• Somente empregar produtos de limpeza naturais em tua casa. Muitos dos supermercados ainda os têm disponíveis. Ou ires a lojas de produtos naturais que trabalhem também com estes produtos. Ou mesmo através de compras online.

• Comprar e comer, o máximo que for possível, alimentos produzidos orgânica e localmente (locally grown, organic foods) que não contenham agrotóxicos nem adicionados hormônios.

• Evitar alimentos processados. Estão carregados de soja e seus derivados e ainda com outros ingredientes discutíveis.

• Trocar teus produtos de beleza por marcas naturais (natural brands of toiletries), incluindo xampus, pasta de dente, antiperspirantes e cosméticos. Usa as mesmas fontes citadas acima para estes produtos como lojas de produtos naturais ou compra online.

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Tradução livre de Luiz Jacques Saldanha, agosto de 2008.
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