19 de jul. de 2013

Os 6 portais da mulher

Somos nós mulheres tetas, mulheres vaginas, mulheres úteros, mulheres que transformam o mundo. Não é mentira. Você já ouviu falar em agenda 21? São planos e metas para a transformação de toda a comunidade global. Existem agendas 21 voltadas para mulher. Isso porque geralmente é a mulher quem dita aquilo que se come e como se recicla o lixo. É ela quem ensina os hábitos de higiene, quem pode mudar valores de uma pequena comunidade ou de toda uma sociedade.
E qual a maneira mais eficiente de manter uma sociedade estagnada, anestesiada e funcionando regida pelas leias capitalistas. Aliene as mulheres! Vou falar mais disso quando explicar mais sobre os portais da mulher.
Somos nós, mulheres, capazes de impactar no campo mórfico.
Campo Mórfico
Há cerca de 30 anos, cientistas observavam macaquinhos em ilhas do Japão. A idéia era atraí-los com batata-doce para que descessem das árvores e se posicionassem em locais onde pudesse ser melhor analisados. Um dia, uma macaquinha chamada Imo resolveu lavar o alimento no mar antes de comê-lo. Como a experiência foi bem sucedida, ela ensinou aos outros como fazer. E a prática foi se difundindo até que todos os macacos daquela ilha passaram a lavar suas batatas antes de comê-las.
O mais interessante, porém, é que os cientistas observaram que, depois de algum tempo, todos os macacados das ilhas do Japão adotaram o hábito, ainda que não houvesse nenhuma comunicação entre as colônias.
A alegoria do “Centésimo Macaco” escrita por Ken Keynes Junior e baseada na Teoria do Campo Mórfico, do biólogo Rupert Sheldrake, infere que quando um comportamento atinge seu número crítico, ele se torna um padrão para a espécie. Assim como funcionou com os macacos, nossa cultura pode mudar com a existência de um “centésimo macaco”.
É a partir daí que Jean Shinoda Bolen, M. D., analista junguiana, apresenta o tema em seu livro O Milionésimo Círculo, que descreve o potencial das mulheres em mudar nosso rumo ao criar um novo padrão para uma era pós-patriarcal.
Círculos de Mulheres

558201_459826767374150_1836881808_n
A chave de transformação seriam os Círculos de Mulheres, encontros em que celebramos as nossas conquistas, desafios e criamos oportunidade de um apoio mútuo. Segundo a autora quando o milionésimo círculo estiver ativo e constante estaremos criando através do campo mórfico e das atitudes das mulheres, um novo padrão.
Aqui em Belo Horizonte coordeno os meus, a cada lua nova e cheia, compartilhando dos meus saberes de mulher que cruzou 4 dos 6 portais da vida da mulher.
Portais da mulher
No início deveria existir amor. No fim amor e no meio protagonismo. Mas o que existe é no início intervenção, no meio alienação e no fim como se não tivesse existido começo.
Um dia caminhando em volta de um parque constatei uma verdade: o início e o fim da vida são idênticos. Vi uma babá carregando, vestida de branco, no carrinho, um bebê com menos de seis meses de vida. Na boca, chupeta a acalentar a ausência de peito, mãe, nutrição.
Na outra volta, vi uma enfermeira, igualmente vestida de branco, carregando um senhor em uma cadeira de rodas.
Talvez esse bebê tenha nascido como a maioria: tendo a vida encurtada em uma cesárea eletiva, quando nem mesmo tinha dado sinais de sua maturidade. Ele nasceu e foi aspirado, esfregado e levado para longe de sua mãe. Banhado e num berço aquecido e frio de sentimentos ele, resignado, depois de tanto chorar, adormeceu em solidão.
Muito provavelmente esse senhor quando precisar de cuidados irá para uma UTI, estará longe dos eu lar, de seus entes queridos, será entubado e sua vida prolongada sem que os sinais claros de seu fim sejam respeitados. Morrerá sozinho, anestesiado e resignado em sua solidão.
A vida começa e termina, para homens e mulheres, mediadas pela tecnologia que visa não o conforto, mas o falso controle da vida e da morte.
Como disse lá em cima, uma sociedade permanece estagnada quando principalmente as mulheres estão alienadas, distraídas, desfocadas.
A busca pelo padrão estético talvez sejam destas ferramentas eficientes de alienação feminina em massa e a medicalização da vida a forma principal de alienação do corpo e seu processos físicos e emocionais. No início antitérmico, no meio antidepressivo e no fim remédios para doenças escleróticas. Na antroposofia existem estudos que mostram que são as doenças febris (as febres altas) anntes do sete anos que previne as doenças degenerativas do fim da vida.
Quando se fala da mulher essa medicalização é mais intensa, afinal quantas mulheres, logo ao menstruar, começam a tomar pílula (para melhorar a pele, os desconfortos). Quantas mulheres tomam remédio para emagrecer como se fosse bala. Quantas falam de remédio para dormir como se fosse marca de perfume.
É uma profunda alienação de si mesmo expressa nos 6 portais da mulher.

1 portal: O Nascimento

300x210
Desde o final da década de 80 a maior parte das mulheres foi impedida de dar a luz e seus filhos vieram para esse mundo por via cirúrgica. Já nascemos com essa marca, esse imprint inicial: haverá alguém sempre a fazer algo para você. Citando um pouquinho de Freud: a pulsão de vida é impedida, nem mesmo é despertada (em uma cesárea eletiva). Logo ao nascer esperamos que alguém faça o trabalho por nós e assim seguiremos por toda a vida. E lá estava a mulher, sua mãe (a minha estava) deitada, com braços e pernas amarrados, seccionada: sete camadas cortadas e seu ventre dividido. Da cintura para baixo essa energia demorará a voltar a fluir. Esse imprint que recebemos: anestesia (advinda da cirurgia), separação, sofrimento (agulhadas, banhos, luzes, desrespeito ao corpo do bebê), solidão. Lembro de uma amiga contar que sentia a força da sua filha da nascer.  Qual o imprint que essa menina guarda? A mulher que me gerou se abriu para pulsão da minha passagem e pelo meu esforço eu vim.  É no parto que recebemos a nossa primeira dose de anestésicos ao invés dos hormônios naturais do amor (liberados em um parto natural).

2 portal: primeira menstruação*

jardin-2
É tanta energia, tanta vitalidade, tantas transformações. Descobrimos nesta etapa a substituição da criança pela menina moça. É o nascimento da nossa individualidade que geralmente vem com a primeira menstruação. A primeira menstruação é vista pela sociedade e pelas meninas como algo muito ruim. O sangue, o absorvente. Pouco se fala sobre isso. As mulheres se escondem para não mostrar que estão menstruadas. O saquinho do absorvente é uma droga escondida nas mãos, nos bolsos em que se vai no banheiro para que ninguém perceba que sangram. Tão logo podem, usam pílulas para não menstruarem mais (ou para melhorar a pele). Lembro que na viagem de formatura algumas amigas tomaram pilula para que pudessem viajar sem menstruar. Transar menstruada?! Nem pensar! E a vida segue com TPMs, pílulas e mulheres alienadas de seus períodos menstruais, de seus corpos e de suas almas.

3 portal: primeira relação sexual*

jardin-1
Cada dia mais esse período está tão perto da primeira menstruação. Aliás, as meninas tem menstruado antes do tempo. Completamente imaturas a primeira relação é muitas vezes sem respeito, sem significado. Sem contar que um grande número de mulheres ainda sofrem abuso sexual na infância e essa primeira relação sexual é cheia de humilhação sentimento de culpa. Quantas mulheres passam uma vida sem gozar, sem entender muito bem o que é e para que serve a relação sexual 9além das esferas da procriação). O sexo é arma de troca ou mecanismo de conquista. Fico pensando quando é que vamos nos libertar deste tabu? Passamos mais horas depilando, fazendo unha, gastando com roupas e lingerie do que realmente curtindo o sexo. Isso desde o começo: alienadas com a forma, anestesiadas do prazer.

4 portal: gestação e parto

Anna-e-Corinna-0101
Está aí um portal que a sociedade, principalmente brasileira está tomando da mulher. Ou você opta por um parto normal cheio de violência ou se aliena, tem os braços e pernas amarrados e se submete a uma cesárea.  As mulheres que cruzam esse portal e optam por um parto humanizado, em que assumem o protagonismo, causam fenda no sistema. Nada será como antes: não obedecemos pediatras, médicos. Questionamos, corremos atras de informação, procuramos várias opiniões. O parto humanizado restitui o protagonismo. Faz a gente sair da cadeira e literalmente rebolar: ver-se diante do espelho da dor. Daí para frente passamos a questionar tudo e muitas de nós  redesenham a vida fora do sistema. Mas a grande maioria:  segue as recomendações médicas, aceita uma cesárea, anestesiada, vive uma depressão pós parto. Se reergue com ajuda de remédios. E vive a vida buscando significado para as coisas que nunca tiveram significado para ela.

5 portal: Menopausa*
jardin-3

Quando os cabelos prateiam e a mulher cessa com o fluxo menstrual o conhecimento fica retido. Neste momento deveríamos buscar novas atividades uma vez que nossa energia feminina é canalizada para o pensar. Pintar, tocar instrumentos musicais, estudar línguas, são exemplos de coisas que queremos fazer. Essa é uma fase que poderíamos compreendemos a vida com sabedoria e desprendimento, mas não é o que ocorre. Fora do ciclo de 28 dias a menopausa é um momento em muitas sociedades em que a mulher se torna sábia, pronta para o mergulho em si mesma. Com os filhos mais velhos e independentes geralmente é um convite para desembrulhar sonhos, fazer aquela viagem, aquele curso. Acontece que muitas mulheres, em nossa sociedade, ainda estão trabalhando muito e muitas na busca frenética pela juventude eterna. Elas tomam hormônios, fazem cirurgia e … tomam antidepressivo e remédios para dormir. Talvez seja o medo do último portal.

6 portal: Morte

01_cemiterio_usa_normandia
Os homens vivem como se não fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido, diz o livro tibetano do viver e do morrer. Não temos o direito de morrer, em paz. Nossa vida é prolongada infinitamente. Somos poupados da dor que é veículo de passagem. Morremos lentamente, ausentes do corpo e dos processos. Mil medicamentos, anestésicos até que a vida realmente se vai. Quantas pessoas morrem sozinhas em uma UTI, sem o abraço, calor, comida dos familiares. Quantos morrem assim como os bebês nascem, resignado, tristes sem um abraço. E assim cruzamos o último portal: sem autonomia sobre nossos corpos, manipulados pela ciência, anestesiados. Minha luta é para que em todos os portais possamos assumir o protagonismo, optar por formas naturais: de nascer, de lidar com a menstruação, de parir, de lidar com a menopausa e de morrer. No início, amor. No fim amor. No meio precisamos cultivar o protagonismo! 
* Fotos da fotógrafa francesa Alexandra Sophie, que com apenas 20 anos, criou uma série onde explora as fases da vida de uma mulher.
Por Kalu Brum

Receita de suco de salsa para limpar seus rins!


Salsa é conhecida como o melhor tratamento de limpeza para os rins e é natural.

É muito fácil, primeiro lave um ramo de salsa, limpe, depois corte em pedaços pequenos e coloque em uma panela. Despeje água limpa e ferva por dez minutos. Deixe arrefecer, filtre e despeje numa garrafa limpa. Você pode mantê-lo dentro da geladeira para esfriar.

Beba um copo por dia!

 


 (Fonte: FisioQuantum)
Inspire-se para viver em harmonia com a natureza: http://migre.me/fpqgb

"Não importa se você é uma rosa, um Lotus ou uma margarida. 
O importante é florescer."
Osho


12 de jul. de 2013

11 de jul. de 2013

Curso de Formação em Florais - Sistema Flor de Lyz - em Florianópolis/ SC

Condução: Elisabet Dusik (Sintonizadora e co-criadora do Sistema)

03 e 04 de agosto - módulos I e II - 9h às 18h30
28 e 29 de setembro - módulos III e IV - 9h às 18h30

O Curso completo consiste de 4 módulos, teóricos e práticos, contemplando 4 Kits de Florais:
LIBÉLULA - essências florais que trabalham o ego;
BEIJA-FLOR - essências florais que trabalham ancorando o Amor;
VOVÓ ARANHA - essências florais que trabalham apegos e cordões energéticos;
BORBOLETA - essências florais que despertam a transformação e o vôo.

CONTEÚDO:
- O que são florais;
- Como atuam os florais;
- Consciência;
- Triângulo da Transformação;
- Corpos (físico, emocional, mental, etérico, inteligente, sábio, divido);
- Chakras e as idades;
Prática - esterilização e montagem dos bouquet's.

Será entregue certificado de cada Kit e ao término de toda formação o certificado de conclusão do Curso.

LOCAL:
POUSADA RIO VERMELHO
Rod. João Gualberto Soares, 8479
Moçambique - Rio Vermelho - Florianópolis/SC
(Reservas de hospedagem pelo fone: (48) 32697337 /(48) 84683868 oi / (48) 99001880 tim)

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES para o curso:
clafilhasdalua@gmail.com
Fone: (48) 33643986 / (48) 98137513 com Ana Paula Andrade

VAGAS LIMITADAS, NECESSÁRIO INSCRIÇÃO ANTECIPADA!



"Eu olhei para templos, igrejas e mesquitas e achei tudo muito lindo... Porém encontrei o Divino dentro de meu coração."
Rumi


SINTOMAS PSÍQUICOS: PENSOU EM VERMES? O QUE DIZ A MÉDICA BEATRIZ GUERRA

Não é que o forte deles sejam os sintomas psíquicos, mas uma pesquisa no Instituto Pinel, no Rio de Janeiro, nos anos 1990, constatou que 74% das crianças atendidas tinham parasitose crônica.

Alguns sintomas típicos de infecção
por vermes e protozoários:
. memória ruim
. pensamentos confusos
. inquietação, agitação contínua
. constrangimento, timidez excessiva
. insônia, agitação noturna
. depressão
. apatia
. angústia, sensação de opressão no peito

A dra. Beatriz Brandão Guerra, médica, tem uma longa experiência com parasitoses. Atende pessoas
das mais variadas classes sociais, e todas ganham na primeira consulta um pedido de exame de fezes. Os resultados podem surpreender, frustrar ou confirmar suspeitas.
Mas, como ela diz, “a clínica é soberana: se o médico acha que deve tratar, mesmo o exame dando negativo ele trata”.

Ela vem fazendo descobertas. Por exemplo: úlceras no trato digestivo – estômago, duodeno – quase sempre estão ligadas a estrongilóides.

Mas sua constatação mais impressionante é a depressão causada pela presença de amebas:

– O paciente chega reclamando da vida e de si mesmo, negativo, vendo sempre o lado ruim: isso é típico do portador de amebas. Umas mais, outras menos, todas produzem esse efeito. Dificuldade em executar tarefas que antes executava bem, dificuldade até de gozar as coisas boas da vida, uma conduta típica da depressão: o paciente é o vitorioso que se torna derrotado por causa de uma amebinha. É só tratar dela que a  depressão desaparece.

Beatriz imagina que as amebas produzam algum tipo de toxina que age diretamente sobre o psiquismo.

– Mas toda verminose é toxica. No primeiro momento isso aparece como uma pequena perturbação digestiva e você não liga; a perturbação está lá e produz uma ligeira variação para o lado negativo, um pequeno desconforto. Como um pedacinho de carne entre os dentes – não é nada, mas incomoda.
O mal é que com o tempo você acostuma.
E nós estamos tão viciados no desconforto que nem percebemos as variações, não imaginamos que a vida poderia ser melhor.

Ela considera que cada pessoa é um ecossistema, que vive e interage com outros ecossistemas. Se há uma parasitose instalada, é porque aquele ecossistema se desequilibrou.
Como poderia não produzir mal estar?

– A presença do parasita não é inócua.
Todas as células do organismo têm representação cerebral. O mecanismo que capta estímulos produzidos pelo próprio corpo está registrando o incômodo. Se você tem toxinas, os seus sentimentos gentis se alteram – e isso pode ser um aviso.

Seu arsenal médico para enfrentar parasitoses é vasto: vai dos quimioterápicos mais fortes à suavidade das dinamizações homeopáticas.

– Quando o paciente com amebíase não aguenta um secnidazol, por exemplo, que é violento, dou chá de alho. Três dentes de alho de bulbo roxo, fervidos em 1 xícara de água  durante 3 minutos e deixados em infusão  por mais 20: tomar por 7 dias, em qualquer horário.
A eficácia como amebicida é de 88%.

Como estratégia preventiva, Beatriz recomenda aos pacientes o uso de antiparasitários no último período de cada estação: de 1 a 20 de março, 1 a 20 de junho, 1 a 20 de setembro e 1 a 20 de dezembro.

Ela lembra que a doença e a saúde vão depender sempre do grau de imunidade do hospedeiro, da virulência do ataque, da quantidade de agentes patogênicos e do ambiente em que ele está.
O resultado é a soma dos fatores.

– Felizmente, muitas vezes a pessoa se livra da parasitose porque a condição psíquica melhora.
Alguém que se apaixona, por exemplo: o amor tem uma tradução bioquímica.
Ou alguém que começa a meditar: a meditação modifica o ritmo do cérebro, que passa a trabalhar em ondas diferentes, e com isso muda o metabolismo e toda a economia do organismo, o que vai melhorar o nível de defesa. Harmoniza o ecossistema, onde o verme já não fica à vontade.

(do Almanaque de Bichos que dão em Gente, 3a edição)

29 de jun. de 2013

Mantra para o Parto

"Eu sei parir.
Assim como pariram as mulheres que me antecederam.
Minha mãe, minha avó, minha bisavó, minha tataravó…
Até a primeira mulher.
Levo guardado em minhas células.
É o legado do meu corpo.
Ele sabe parir.
Como sabe respirar, digerir, gestar, andar, falar, pensar.
Está perfeitamente desenhado para isso:
Minha pélvis, meu útero, minha vagina, são obras da engenharia
A serviço da força da vida.
Eu sou ‘a que sabe’.
E ‘a que sabe’ sussurra para mim:
‘Cavalgue na energia das contrações, como se fosse um êxtase,
Loba, leoa, hiena, égua, raposa, gata, pantera…
Encontre a sua fêmea de poder e converta-se nela’.
E sendo ela, mamífera toda poderosa, dou a luz."


(Mónica Manso - Maternidad Conciente)
Tradução: Maira Paladino
Arte por: Amanda Greavette

11 de mai. de 2013

Meu coração de mãe honra e reverencia todas as mães

A primeiríssima palavra inscrita nos corações de toda a humanidade por todos os cantos do planeta:

Ma
Mama
Mami
Madre
Mamo
Mommie
Makuahine
Maji
Mafka
Moer
MànaAnya
Móthair
Maman
Máti
Mère
Okaasan
Mutter
Mor
Mari
Motina
Matka
Mother
Mãe

Fonte: Libertem a Mulher Forte (Clarissa Pinkola Estés)

Que o coração misericordioso da Deusa Mãe abençôe todas as mães... que todos os dias e todas as noites sejam lembradas, honradas, acalentadas... 

Gratidão àquelas que vieram antes de mim, abrindo espaço, preparando o ninho... gratidão minha filha amada Sarah Emanuelle, que me fez nascer Mãe e de minha mãe nascer a Avó.


Mulheres nasceram com asas

Pode-se aprisionar uma mulher, mas não existe grilhão que prenda a mente de uma mulher, ou seu coração. Sua alma, seu espírito, sua mente, seu coração escapulirão por entre as grades porque todas elas nasceram com asas.
Pensamento adaptado do livro "Libertem a Mulher Forte" de Clarissa Pinkola Esés)

26 de abr. de 2013

Curadoras.."Mulheres de Sabedoria"


Erveiras, raizeiras, benzedeiras, mulheres sábias
que por muito tempo andaram sumidas,
ou até mesmo escondidas.

Hoje retornam..e
Seu saber mudou de nome.

Chamam de terapia alternativa, medicina vibracional,
fitoterapia, práticas complementares...
são reconhecidas e respeitadas, tem seus consultórios e fazem palestras.

As mulheres curadoras fazem parte de um antigo arquétipo da humanidade.

Em todas as lendas e mitos, quando há alguém doente ou com dores,
sempre aparece uma mulher idosa para oferecer um chazinho,
fazer uma compressa, dar um conselho sábio.

Na verdade, a mulher idosa é um arquétipo da ‘curadora’,
também chamada nos mitos de Grande Mãe.

Não tem nada a ver com a idade cronológica,
porque esse é um arquétipo comum a todas as mulheres que sentem o chamado para a criatividade,
que se interessam por novos conhecimentos
e estão sempre a procura de mais crescimento interno.

Sua sabedoria é saber que somos “obras em andamento’,
apesar do cansaço, dos tombos, das perdas que sofremos...
a alma dessas mulheres é mais velha que o tempo,
e seu espírito é eternamente jovem.

Talvez seja por isso que, como disse Clarissa Pinkola,
toda mulher parece com uma árvore.
Nas camadas mais profundas de sua alma ela abriga raízes vitais
que puxam a energia das profundezas para cima, para nutrir suas folhas, flores e frutos.

Ninguém compreende de onde uma mulher retira tanta força,
tanta esperança, tanta vida.
Mesmo quando são cortadas, tolhidas, retalhadas,
de suas raízes ainda nascem brotos que vão trazer tudo de volta à vida outra vez.

Por isso entendem as mulheres de plantas que curam,
dos ciclos da lua, das estações que vão e vem ao longo da roda do sol pelo céu.

Elas tem um pacto com essa fonte sábia e misteriosa que é a natureza,.
Elas não param de voltar a crescer...

Nunca escrevem tratados sobre o que sabem, mas como sabem coisas!
Hoje os cientistas descobrem o que nossas avós já diziam:
as plantas têm consciência!

Elas são capazes de entender e corresponder ao ambiente à sua volta.
Converse com o “dente-de-leão” para ver...
comunique-se com as plantas de seu jardim, com seus vasos,
com suas ervas e raízes, o segredo é sempre o amor.

Minha mãe dizia que as árvores são passagens para os mundos místicos,
e que suas raízes são como antenas que dão acesso aos mundos subterrâneos.

Por isso ela mantinha em nossa casa algumas árvores que tinham tratamento especial.

Uma delas era chamada de “árvore protetora da família”,
e era vista como fonte de cura, de força e energia.
Qualquer problema, corríamos para abraçá-la e pedir proteção.

O arquétipo de ‘curadora’ faz parte da essência do feminino,

Faz parte de conhecimentos ancestrais que foram conservados em nosso inconsciente coletivo.
Perdemos a capacidade de olhar o mundo com encantamento,
mas podemos reaprender isso prestando atenção nas lendas
e nos mitos que ainda falam de realidades invisíveis que nos rodeiam.

Procure saber mais sobre os seres elementais que povoam os nossos jardins e as fontes de águas...
podemos atrair seres encantados para nossos jardins!
Plante flores e plantas que atraiam abelhas e borboletas,
gaiolas abertas para passarinhos e bebedouros para beija-flores.

Algumas plantas ‘convidam’ lindas borboletas para seu jardim,
como milefólio, lavanda, hortelã silvestre, alecrim, tomilho, verbena, petúnia e outras.

Deixe em seu jardim uma área levemente selvagem,
sem grama, os seres elementais gostam disso.
Convide fadas e elfos para viverem lá.
E lembre-se: onde você colocar sua percepção e sua consciência, a energia vai atrás.

Fonte: compilado dos textos do "Circulo das Sacerdotisas"

24 de abr. de 2013

Segunda Vermelha



1ª segunda do mês de Maio 

A campanha com nome original em inglês “Menstrual Monday”, ou a “Segunda Vermelha” adaptado para o português, convoca a mulher contemporânea a participar ativamente de sua própria vida, redescobrindo e compartilhando com outras mulheres sua essência, empoderando-se e tornando-se uma forte agente transformadora de si mesma, de sua comunidade e do Planeta. 

A primeira vez que se comemorou foi em 2000, idealizado por Genebra Kachaman e Molly Strange. Elas arrumaram um jeito de incentivar as mulheres a ritualizarem suas menstruações e o fizeram com manifestações artísticas. Na época, a campanha teve adesão da França, Canadá, Escócia e Quênia. Kachaman e Strange diziam que a intenção da campanha era criar um senso de diversão em torno de menstruação; para encorajar as mulheres a assumir a responsabilidade da sua menstruação e de saúde reprodutiva, para criar uma maior visibilidade da menstruação nos meios de comunicação social; e para reforçar a honestidade da menstruação em nossos relacionamentos. 

Na realidade a campanha foi um efeito contrário à grande quantidade de registros do chamado “choque tóxico” provocado pelos absorventes internos naquela década de 90 e por tudo o que ele representa para a mulher: vulnerabilidade, vergonha, invasão, agressão e uma infinidade de doenças arrebatadoras e outras tão silenciosas quanto fatais, como o câncer de útero. Os absorventes internos vão bem, obrigada, e pra quem trabalha com saúde da mulher, sabe que o número de casos de “choques tóxicos” com absorventes descartáveis continua de vento em polpa, no mundo todo. Menos na Índia, porque lá elas nem sabem o que é isso. Bom, sorte a delas. 

O movimento “Segunda Vermelha” parte de uma releitura dos aspectos femininos que se contrapõe ao movimento feminista da década de 70, onde os processos cíclicos da mulher foram caracterizados como uma desvantagem para a disputa com o homem pelo mercado de trabalho. Ele é fruto de novas perspectivas em relação à mulher e a natureza, o que ficou denominado como ecofeminismo, que revela um novo corpo feminino que se molda e vem surgindo em movimento de valorização dos aspectos e protagonismo femininos revelando um enorme potencial das mulheres em mudar o curso da história. A campanha não pretende excluir o homem das novas atividades dessa nova mulher; ao contrário, é um chamado para valores como honra e respeito à diversidade, principalmente à multiplicidade dos aspectos da mulher. 

O movimento tem como mote o dia das mães. Por que a menstruação vem antes e, muitas vezes, depois dela também. E na verdade é a grande liga, o grande condutor da vida, o sangue.

18 de abr. de 2013

Jornada de Cura para Mulheres - Caverna da Ursa - abril 2013


"Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas."


Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou grão de areia. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia a penetra, ás células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de modo algum produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
O mesmo pode acontecer conosco. Se você já sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas ou mal interpretadas? Você já sofreu o duro golpe do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença?
Então, produza uma pérola ! Cubra suas mágoas com várias camadas de AMOR.
Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, mágoas, deixando as feridas abertas e alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.
Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias", não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, vale mais do que mil palavras!


Rubem Alves.
Se algum artigo neste blog estiver como "autoria desconhecida" e você souber informar, agradecemos e faremos a devida correção. Solicitamos também que, ao ser extraída qualquer informação desta página, seja adicionada à devida autoria ou endereço:
http://clafilhasdalua.blogspot.com/