28 de out de 2010

Convite especial!

Clique na imagem

Olá queridas, tenho a honra e o prazer de trazer esta mulher, amiga, irmã, à Porto Alegre. Rosana canaliza Mandalas de Luz e estará compartilhando seu Saber e seu Dom conosco dia 07/11, no Atelier Terapêutico Ísis. Esperamos vocês lá!
Conheça o blog Bela Mandala
Inscrições: clafilhasdalua@gmail.com

27 de out de 2010

Espelho da Lua - Privamera 2010



Partilha após Vivência ESPELHO DA LUA:

A Deusa que habita em mim, saúda a deusa que habita em você.
Todas as mulheres deveriam vivenciar momentos como o que vivenciei, junto a outras dezoito irmãs, no Espelho da Lua.
Passamos tanto tempo buscando coisas que nem sabemos porque buscamos tanto, e não nos damos o privilégio de passar um final de semana interirinho somente para sentir a presença de Deus, da Deusa, ou como você quiser chamar a espiritualidade que está presente em todo o ser humano, mas que as mulheres são um canal muito mais receptivo.
TODA MULHER É UMA DEUSA! Acredite, olhe para as mulheres que te rodeiam, muito embora algumas estejam escondidas atrás de uma armadura, de uma couraça, ou com tantos flashes em volta, que você não consegue vê-la, ou por trás de um véu de cabelos, ou quem sabe atrás de um hábito (a veste das freiras), enfim, nós vemos somente aquilo que queremos ver.
Se quisermos ver em nossas irmãs mulheres a inveja, veremos inveja. Se quisermos ver culpa, veremos culpa.
Por que não podemos ver a face de uma Deusa? Seja a face equilibrada, seja a face em desequílibrio, aquela é apenas uma das faces de uma deusa!
Se virmos a face em desequilíbrio, é só buscar a face em equilíbrio, sem julgamentos, pois tudo faz parte do nosso aprendizado nessa jornada.
O amor, quando brota no coração de cada uma de nós, nos mostra que tudo está certo, que tudo está como deve ser, e que não há motivos para desepero, culpa, MEDO DE SERMOS NÓS!!!!!!!!!
Eu sou mulher, eu sou minha própria medicina, e por isso, quando eu curo a mim mesma, eu curo a outra!
Minha cura se manifesta cada dia mais, mas partilho que minha mãe, que estava deixando de lado a linda Demetér que ela tem, me recebeu com uma mesa cheia, e continuou a semana toda fazendo jantares super gostosos e saudáveis, como ela fazia um tempo atrás.
Eu necessitava dessa face de Deméter na minha vida, da NUTRIÇÃO, do carinho, do cuidado, e ela mostrou.
Também passei a ver o casamento dos meus pais não como algo retrógrado, não como o perfeito casamento de "Hera e Zeus", mas como a manifestação perfeita da alquimia do amor de Afrodite, e o compromisso e a santidade que Hera trás ao casamento.
É lindo ver o amor se renovar na vida de duas pessoas, todos os dias, há vinte e cinco anos, e mais lindo ainda foi quando eu compreendi que meu pai não seria o grande pai que é, o grande homem que é, se minha mãe não tivesse empoderado aquele homem, esse tempo todo!
Ela tem PODER, e eu sempre achei que ela fosse uma ode à submissão! Que tolinha!!!!!!!
Mas, e quanto a mim, vocês devem estar perguntando....
Eu, bem, ainda estou descobrindo quem eu sou, qual é a minha medicina, qual é a minha missão, meu projeto celeste.
Como vocês podem perceber, até que eu escrevo bem, né? Olha a minha Afrodite querendo os aplausos!
Sempre gostei de escrever, mas segui um caminho que tolhe mutio a minha criatividade. Vou buscar, URGENTEMENTE, uma solução para isso.
Além disso, estar entre mulheres, para mim, é cura! Não que eu não goste de estar entre homens, muito antes pelo contrário, a energia masculina nos alimenta, até porque todos têm as duas energias dentro de nós mesmos (yin e yang, lembram?)! Mas estar entre mulheres é diferente, é liberar ocitocina, é deixar fluir o amor, e trazer esse amor para todas as nossas relações!
Desejo a todas as mulheres que lerem esta partilha que amem, amem muito, a si mesmas, por primeiro, para depois deixar fluir esta energia para todos, e que amem com sabedoria, com doçura, com a alma! O amor é a energia que todas as coisas desse mundo esperam receber, o resto é passageiro, somente o amor é eterno!
Espero que tenham o foco necessário para seguir por esta jornada, cumprindo com suas missões celestes, que tenham a estratégia necessária para não arrebateram tudo a volta de vocês, durante essa busca, que tenham fé nos guias de luz que as protegem, que saibam ouvir os sinais da intuição, que sejam vocês mesmas, sempre, pois nada é melhor do que ser uma DEUSA ÚNICA!!!!
NAMASTÊ - A Deusa que habita em mim, saúda a Deusa que habita em você!

Daiane Mendes da Silva Flôres

26 de out de 2010

A menina que é filha dileta da Deusa: Monika von Koss

O feminino e o sagrado: mulheres na jornada do herói é o livro recentemente lançado por Cristina Balieiro e Beatriz Del Picchia. Este livro conta a trajetória de 15 mulheres brasileiras e contemporâneas na busca da autenticidade, que se conectaram de alguma forma com a dimensão sagrada da vida.

Saiba mais e adquira o livro AQUI.

Abaixo trecho do livro:

A menina que é filha dileta da Deusa: Monika von Koss

As conversas com Monika foram realizadas em seu local de trabalho, chamado Espaço Caldeirão, situado numa pequena rua da Vila Madalena. Na ampla sala, aberta para o jardim gramado, há uma grande estante com estatuetas e inúmeros livros sobre a Deusa em diferentes línguas.
Alta, magra, Monika é objetiva, franca e acolhedora; à medida que se descontrai, sorri mais e seu rosto severo fica mais doce. Nascida na Alemanha, naturalizada brasileira, ela é psicoterapeuta, divorciada, sem filhos.
Órfã de mãe aos três anos de idade, o seu encontro com a Deusa-Mãe, em todos os seus aspectos, sempre esteve na base da sua busca.
Monika escreveu cinco livros sobre o feminino e as deusas, e é referência sobre esses assuntos no meio psicológico e no de pessoas que trabalham com o simbólico e o mitológico.


Um dia, a Grande Deusa desejou voltar a se manifestar na Terra em toda Sua plenitude.
Desejou que suas filhas novamente A procurassem, de modo que cada uma pudesse se ver Nela, e Ela pudesse se ver em cada uma, multiplicando-se assim em todas as mulheres.
Para cumprir essa missão, escolheu uma de suas filhas mais queridas.

Quando a menina nasceu, Ela lhe deu três dons: coragem, intuição e inteligência.
E tirou-lhe todas as outras mães.
Tomou-lhe a mãe biológica, e a garota ficou órfã.
Sua única mãe seria a Deusa.
Tirou-a de seu país de nascimento, e a garota ficou sem a mãe-patria.
Sua pátria deveria ser todas as pátrias.
Desenraizou-a de qualquer tradição e língua.
Suas línguas seriam todas as línguas, suas tradições seriam todas as da Grande Mãe.
Tirou-lhe muitos afetos – seu grande afeto seria a Deusa.

Por isso, sentindo uma nostalgia que ainda não sabia ser saudades da Mãe, a menina teve uma infância solitária.
Quando cresceu, ela encontrou um príncipe, mas não permaneceu muito tempo em seu castelo.
Encontrou uma religião, mas não permaneceu tempo muito em seu templo.
Encontrou um ofício, mas não permaneceu muito tempo em sua confraria.
Não poderia mesmo permanecer em nada disso, porque ainda era hora de peregrinar por muitos países e caminhos.
Sem saber, essa moça estava traçando um mapa da Deusa, que se manifesta através da dor e das rupturas, mas também do amor e dos recomeços.

Assim, ela passou por ciclos de rupturas e recomeços, até o dia em que chegou numa terra feminina, de linhagem celta, onde antigos cultos à Deusa permanecem vivos em círculos de pedra.
Em seu solo, em suas arvores e montanhas, sentindo que a energia ali emanada era semelhante á da sua própria alma, finalmente a moça encontrou a Mãe.
E nunca mais a perdeu.

Daí em diante, e até os dias de hoje, a moça cumpre sua missão de fazer conhecer e amar as múltiplas manifestações da Deusa, em cada tradição de sabedoria e em cada mulher que A espelha e a quem Ela reflete.

Extraído: O Feminino e o Sagrado

21 de out de 2010

Partilha

Recebido por email:

Ana's queridas!!


Estou há um bom tempo para fazer uma "partilha" sobre o Círculo Feminino. O Círculo, aliado a algumas outras 'coisas', já trouxe mudanças extremamente significativas para a minha vida. Estou cada vez melhor e o Círculo me fortaleceu e me fortalece cada vez mais. A energia que circula por lá é simplesmente mágica!! =)

Para explicar um pouco melhor o que o Círculo nos proporciona, quero dividir com vocês uma música, que possivelmente já conheçam, e que, desde a primeira vez que ouvi, inevitavelmente, me lembrei dos nossos momentos tão especiais compartilhados em roda!

Então, segue a letra e o link para o vídeo, para quem quiser ouvir!

http://www.youtube.com/watch?v=JQlKMX2LLHg&ob=av2n

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Do Lado de Cá
Chimarruts

Se a vida às vezes dá uns dias de segundos cinzas
e o tempo tic taca devagar
Põe o teu melhor vestido, brilha teu sorriso
Vem pra cá, vem pra cá
Se a vida muitas vezes só chuvisca, só garoa
e tudo não parece funcionar
Deixe esse problema a toa, pra ficar na boa
Vem pra cá

Do lado de cá, a vista é bonita
A maré é boa de provar
Do lado de cá, eu vivo tranquila
E o meu corpo dança sem parar
Do lado de cá tem música, amigos e alguém para amar
Do lado de cá
Do lado de cá

Se a vida às vezes dá uns dias de segundos cinzas
e o tempo tic taca devagar
Põe o teu melhor vestido, brilha teu sorriso
Vem pra cá, vem pra cá
Se a vida muitas vezes só chuvisca, só garoa
e tudo não parece funcionar
Deixe esse problema a toa, pra ficar na boa
Vem pra cá

Do lado de cá, a vista é bonita
A maré é boa de provar
Do lado de cá, eu vivo tranquila
E o meu corpo dança sem parar
Do lado de cá tem música, amigos e alguém para amar
Do lado de cá

A vida é agora, vê se não demora.
Pra recomeçar é só ter vontade de felicidade pra pular

Do lado de cá, a vista é bonita
A maré é boa de provar
Do lado de cá, eu vivo tranquila
E o meu corpo dança sem parar
Do lado de cá tem música, amigos e alguém para amar
Do lado de cá
Do lado de cá
-------------------------------------

Resumindo, o Círculo é "o lado de cá", onde tem muiiiiitaaaas coisas boas, leveza, alegria, beleza e amor! É o recomeço, o renascimento, a música! Rosa vermelha Me arrepio e me fortaleço cada vez que ouço essa música, porque me lembro de nós e do poder que temos, especialmente juntas!

Obrigada pelo maravilhoso trabalho que vocês realizam, flores!! Sinto-me honrada em poder fazer parte desse movimento e grata ao coração de cada linda mulher com quem já sentei em roda!

AMO VOCÊS!!

Beijo no coração e muita luz!
Com muito carinho e amor,

Lulu

Aaaaaiii que lindo! Fico emocionada de ver a leveza destas fadinhas voando ao meu redor... só o que eu posso dizer Lulu é que meu jardim está cada vez mais florido. G
ratidão!

Ó nóis aí:
Ana Marafigo, Lulu Rubin e Ana Andrade

Aaahh beleza, chiminha na serra após uma Vivência maravilhosa... Eu e Ana Marafigo branquinhas de cansadas, hehehe, mas ó o sorriso de satisfação!

Beijooooo
Ana Paula Andrade

13 de out de 2010

Reiki Xamânico 2010

Olá povo lindo, passo para convidá-las (os) para nosso próximo Curso de Reiki Xamânico, nível I.

Clique na imagem para ampliar.

Haverá Cerimônia de Temascal (Tenda do Suor) no sábado, 16/10.

O Reiki é uma ferramenta que trago comigo de forma muito especial, como aquelas lições antigas que os antepassados passam e que você jamais deve esquecer. Unir o Reiki à práticas xamânicas nos faz sentir ainda mais a força dos Ancestrais. (Ana Andrade)

Traga sua maracá (se tiver) e a Força do seu Coração.

Informações:
clafilhasdalua@gmail.com

12 de out de 2010

Vivência Xamânica - Resgate do Projeto Celeste do Eterno

Vivência junto à Terra e de profundo contato com o pulsar do Coração.

É no Coração que se encontra a "chave" da REALIZAÇÃO.


Vivência Resgate do Projeto Celeste do Eterno c/TEMAZCAL - Tenda do Suor

Clã Filhas da Lua e Clã Lobos do Sul



Local: ESPAÇO RAPA NUY

Rua Delfino Riet, 116 - Santo Antônio - Porto Alegre/RS

Fone: (51) 32352124 / 98210643

Hora: 16h

Condutores:

Ana Paula Andrade e Rafael Dusik

Contribuição: R$ 120,00


Necessário inscrição antecipada!

Email: clafilhasdalua@gmail.com

O Temazcal acontece mesmo com chuva!

O que levar: Toalha de banho, roupa de banho (biquini ou maiô para mulheres), chinelo, canga ou esteira, alimento para compartilhar (fruta ou lanche vegetariano), doação para o homem do Fogo (sinta no seu coração). Se optar por entrar de roupa, mulheres de saia e homens de bermuda.

PARTILHANDO NOSSO ENCONTRO:

Contemplando o Espírito do Fogo

Prática de Chi Kung

8 de out de 2010

Visualizando as fases da Lua. Heminsférios.

Exercício para visualizar o ciclo Sol-Lua e suas fases.


Sente-se comodamente, com a coluna ereta. Tranqüilize a respiração.
Visualize a Terra girando em torno do Sol e a Lua em torno a Terra. Se vc estiver no hemisfério sul verá os movimentos acontecendo em sentido horário. Se estiver no hemisfério norte os giros serão no sentido anti-horário.
A figura ao lado mostra o sistema Sol-Terra-Lua como seria visto por um observador externo olhando diretamente por cima do pólo sul da Terra. O círculo externo mostra a Lua em diferentes posições relativas em relação à linha Sol-Terra, assumidas à medida que ela órbita a Terra de oeste para leste (sentido horário para um observador olhando para o pólo sul). O círculo interno mostra as formas aparentes da Lua, em cada situação, para um observador no hemisfério sul da Terra.
A Terra gira em torno de seu próprio eixo. Igualmente, se estiver no hemisfério sul verá o giro em sentido horário. Se estiver no hemisfério norte, o giro será no sentido anti-horário.


Acima e abaixo

Não existe acima e abaixo absoluto. Acima será o hemisfério onde se encontra, assim se estiver no norte, será a direção norte, mas se estiver no sul, será a direção sul. Visualize-se no hemisfério sul com o sul para cima e o norte para abaixo.
A cabeça da maioria das pessoas do hemisfério sul está colonizada com a imposição de que acima é o Norte. Que se fixo quando em cartografia se acordo o acima como o hemisfério norte. Por isso, pode ser que vc tenha que se esforçar para se libertar desta idéia. Os mapas no Brasil e no hemisfério sul, deveriam ter também o Sul para cima.
Visualize a Terra girando em torno do Sol com o hemisfério sul para cima, girando no sentido horário, entorno do Sol e entorno de si mesma.
A Terra ao girar em torno do Sol define um plano. O eixo da Terra tem uma inclinação de 23º em relação a este plano.
Visualize a terra girando em torno do Sol com o hemisfério sul para cima e incluindo a inclinação do eixo da Terra.
img

Agora vamos a passar a identificar as direções cardinais: Leste, Oeste, Norte, Sul, Meio do Céu e Fundo do Céu.

A direção mais fácil para ser identificada a simples vista é o Leste, porque pelo leste ascendem o Sol, a Lua, as estrelas.
Identifique o Leste no lugar que vc se encontre agora.
A seguir, identifique o Oeste, a direção por onde se põe o Sol, a Lua e as Estrelas.
Coloque-se de tal forma que sua mão direita fique para o Leste e a mão esquerda para o Oeste. Na sua frente estará a direção Norte, por tanto estará de cara para a direção Norte. Nas suas costas terá a direção Sul.
O Zodíaco nasce no Leste, vai por cima da sua cabeça, um pouco inclinado (máximo de 23 graus), na direção norte, desce no Oeste, continua por baixo da Terra até chegar novamente no Leste.
Visualize o movimento do céu todo girando de Leste para oeste, e com ele todos os planetas e estrelas. Na verdade somos nos que junto à Terra, damos uma volta ao redor do seu eixo, em um dia. Mas como estamos na Terra, vemos girar o céu todo formando a sucessão dos dias e as noites... Visualize este movimento até ficar fácil.


Visualizando a Lua Cheia

Na fase Lua Cheia o Sol, a Terra e a Lua, estão alinhados. img
Se no locar onde se encontre estiver vendo o Sol, a Lua cheia estará na direção oposta em baixo de seus pés (e da Terra) ou no caso de estar vendo a Lua, será o Sol que estará em baixo de seus pés (e a Terra). Visualize isto até ficar fácil. Visualize o par Sol -Lua iluminando todos os lugares da Terra. o Sol um lado fazendo o dia, a Lua iluminando a noite.
Assim, se visualizarmos o movimento do Céu num dia de Lua Cheia, teremos em algum momento a Lua encima da cabeça e o Sol nos pés, e 12 horas depois o Sol na cabeça e a Lua nos pés.
Medite nisso por alguns instantes. Verifique sua posição em relação a cruz cardinal e visualize este movimento sabendo que é pelo leste que nasce a Lua ou o Sol.


Situando-nos no tempo, e no ciclo como um todo.

Na verdade a Lua Cheia é um momento significativo do ciclo do namoro do Sol e da Lua.
Eles se encontram em um dado momento (Lua Nova), morre um ciclo e nasce outro. A partir desse momento a Lua começará a se distanciar do Sol, e o reflexo da Luz solar denunciará o ângulo que a Lua se encontra do Sol. A cada dia que passa a Lua movimenta-se em torno de 12 graus. Assim, no primeiro dia de Lua Nova, o Sol e a Lua estão juntinhos na mesma direção, mas já no segundo dia de Lua Nova, ao amanhecer do Sol, a Lua amanhecerá 12 graus depois o que corresponde a 48 minutos depois.

Dia lunar

Dia Lunar: Tendo em vista que o período sideral da Lua é de 27,32166 dias. Isto é, que ela se move 360° (uma volta completa) em relação às estrelas para leste a cada 27,32 dias *. Num dia solar, deduz-se que ela se desloca para leste *13° (360°/27,32), em relação às estrelas. Levando-se em conta que a Terra gira 360° em 24 horas, e que o Sol de desloca 1° para leste por dia, deduzimos que a Lua se atrasa 48 minutos por dia [(12°/360°)×(24h×60m)], isto é, a Lua nasce cerca de 48 minutos mais tarde a cada dia. Então a Lua se move cerca de 13° para leste, por dia, em relação às estrelas. Esse movimento é um reflexo da translação da Lua em torno da Terra, completada em 27,32 dias (mês sideral). O Sol também se move cerca de 1° por dia para leste, refletindo a translação da Terra em torno do Sol, completada em 365,2564 dias (ano sideral). Portanto, a Lua se move cerca de 12° (13º dela menos 1º do Sol) por dia em relação ao Sol, e a cada dia a Lua cruza o meridiano local aproximadamente 48 min mais tarde do que no dia anterior. O dia lunar, portanto, tem 24h48m.
Assim a Lua todo dia estará mais longe do Sol dando inicio as fases.
Quando chega a Lua Cheia, a Luz refletida chega ao máximo e o ângulo também 180º. Logo se inicia o movimento de retorno ao Sol e a luz refletida pela Lua vai diminuindo, passa pelo cuarto minguante ate chegar a lua nova novamente.


Visualizando todo o ciclo das fases da Lua

No lugar que você se encontre, abstraia a situação real do Sol e da Lua e visualize a Lua na mesma direção do Sol, o momento de Lua Nova.
img
Visualize a Lua nova, você na Terra, a Lua numa dada direção, e o Sol atrás. Agora inclua na visualização a distancia física do Sol da Lua. São vistos na mesma direção, mas estão distantes um do outro.
Agora visualize o que acontece durante um dia de Lua Nova.
Ambos giram juntos todo o Céu em torno de onde você esta, de Leste para Oeste.
Mas depois de uma volta completa (um dia), a Lua estará distante do Sol 12 graus, uma fatia do céu que equivale ao tamanho da sua mão se você esticar seu braço e projeta a mão no céu.
Um dia depois da Lua nova quando o Sol nascer no oriente a Lua nascerá quase uma hora depois e estará a um palmo do Sol encima do horizonte. Visualize isto.
Sendo mais detalhado:
Visualize novamente a Lua Nova, e enquanto vai passando o dia todo o céu se movimentando junto ao Sol e a Lua, na mesma direção. Enquanto o movimento do céu vai rolando, a Lua lentamente vai se afastando do Sol, até chegar a um palmo da sua mão no momento do nascer do Sol.
Visualize novamente os três primeiros dias após a Lua nova.
Observando desde o hemisfério sul, com a cara para o norte, e a mão direita para o leste, a Lua se movimenta no sentido horário, o sentido crescente dos signos enquanto gira junto a todos os planetas e o Céu em sentido anti-horário. Todos os planetas quando estão em movimento direto se movimentam no zodiaco em sentido horário. O Sol se movimenta um grau, Mercúrio dois,.. e a Lua lembre em torno de 12 graus. A medida que o ângulo entre o Sol e a Lua vai aumentando, ira aumentando a Luz que reflete do Sol para a Terra.
Visualize o ângulo entre o Sol e a Lua aumentando enquanto todo o Céu gira durante um dia. A medida que a Lua se afasta do Sol a Luz refletida pela Lua vai aumentando a cada volta (dia). Lembre em um dia a Lua caminha no zodíaco entorno de 12 graus (meio signo).
Agora visualize os dias passando, a Lua irá aumentando o seu ângulo do Sol, até chegar a separação máxima do Sol, 180º , a Lua Cheia.
Depois virá o quarto minguante, e depois novamente a Lua Nova.
Na figura ao lado a fase quarto minguante, quando o ângulo é de 90º



Recapitulando.

img Visualize a Lua na mesma direção (Lua Nova) nascendo no oriente.
Um dia depois ao nascer o Sol, a Lua nascerá 12 graus (um palmo acima do horizonte) depois... No segundo dia será 24 graus (dois palmos).

Assim, vai indo até no quarto crescente, do sexto para o sétimo dia estará 90 graus (fase crescente).
Quando o Sol estiver no meio do Céu, a Lua estará nascendo no Oriente. Por tanto na fase crescente vemos a Lua a partir do meio dia.
Assim do 14 para o 15 dia a Lua estará a 180º (fase cheia).
img A partir desse momento o ângulo começa a diminuir. Passando pela fase decrescente. Visualize o ângulo de 90 graus.

Até chegar novamente na direção do Sol.
Medite neste movimento até que ele fique fácil, assim poderá acompanhar o ciclo Sol Lua e suas fases de forma física todos os dias da sua vida. Experimente mesmo, faça um esforço que depois o prazer e a satisfação vai ser muita.
E lembre dois dias antes da Lua Cheia, num lugar que tenha visão do Leste e o Oeste, poderá ver os dois luminares momentos antes do Sol se por. Assim como dois dias depois da Lua Cheia poderá ver os dois luminares acima do horizonte ao nascer do sol.




Rotação da Lua

img À medida que a Lua orbita em torno da Terra, completando seu ciclo de fases, ela mantém sempre a mesma face voltada para a Terra. Isso indica que o seu período de translação é igual ao período de rotação em torno de seu próprio eixo. Portanto. a Lua tem rotação sincronizada com a translação, e desde a Terra será vista sempre a mesma face.
É muito improvável que essa sincronização seja casual. Acredita-se que ela tenha acontecido como resultado das grandes forças de maré exercidas pela Terra na Lua no tempo em que a Lua era jovem e mais elástica. As deformações tipo bojos causadas na superfície da Lua pelas marés teriam freiado a sua rotação até ela ficar com o bojo sempre voltado para a Terra e, portanto, com período de rotação igual ao de translação. Essa perda de rotação teria em conseqüência provocado o afastamento maior entre Lua e Terra (para conservar o momentum angular). Atualmente a Lua continua afastando-se da Terra, a uma taxa de 4 cm/ano.
Note que como a Lua mantém a mesma face voltada para a Terra, um astronauta na Lua não vê a Terra nascer ou se pôr. Se ele está na face voltada para a Terra, a Terra estará sempre visível. Se ele estiver na face oculta da Lua, nunca verá a Terra.


A orbita da Lua é uma elipse

A órbita da Lua em torno da Terra é uma elipse, exagerada nesta figura, e a Lua está 10% mais próxima no perigeu do que no apogeu, o que faz com que seu tamanho aparente mude de um ciclo para outro.
img















Fonte de pesquisa:
www.xamanismo.com.br

6 de out de 2010

O filho é o reflexo da sombra da mãe*

Durante os primeiros dois anos de vida, os bebês refletem as emoções e os sentimentos inconscientes de suas mães.

Um tempo de revelações, de experiências místicas, uma oportunidade para o auto conhecimento, para mergulhar nos aspectos ocultos da psique feminina. Um tempo em que as luzes e sombras emergem e explodem como um vulcão em erupção. É a loucura indefectível e um “não reconhecer-se” a si mesma, porque, desde o momento do parto, a alma da mulher se desdobra e se torna mamãe-bebê, bebê-mamãe ao mesmo tempo.
Isso é também a maternidade, segundo a inovadora e certamente polêmica visão da psicoterapeuta familiar argentina, especializada em crianças, Laura Gutman, autora do livro “A maternidade e o encontro com a própria sombra”.
Seu livro, longe de pretender ser um guia para mães desesperadas, é um convite para que as mulheres repensem as idéias preconcebidas, os preconceitos e os autoritarismos, encarnados em opiniões discutíveis sobre o parto, os cuidados com os bebês, a educação, as formas de vincular-se e a comunicação entre adultos e crianças.

Entrevista VERÓNICA PODESTÁ

Social e culturalmente, a idéia que se apresenta às mães sobre a chegada de um novo ser é de um fato ideal, feliz e luminoso. È necessária certa audácia para encarar o tema a partir de um “encontro com a própria sombra”. A que você se refere exatamente?
É claro que a sociedade ou o inconsciente coletivo tentem colocar a maternidade num leito de rosas. Quanto mais uma mamãe “compre” esta visão unilateral, mais impactante e mais brutal resultará para ela o encontro com os lugares obscuros que aparecem depois do parto e no puerpério. Eu encaro a maternidade como uma crise, como um rompimento que se produz no parto e nessa quebra se colam partes da sombra, ou seja, pedacinhos de alma ocultos ou desconhecidos até então, que se manifestam através do bebê. Ele se converte em espelho cristalino dos aspectos mais ocultos da mãe, de sua sombra. Por isso, o contato profundo com um bebê é uma grande oportunidade que se deve aproveitar ao máximo.

De que maneira a sombra da mãe se manifesta através do bebê?
Quando um bebê nasce se produz a separação física, mas este corpo recém nascido não é só matéria, mas também um corpo sutil, emocional, espiritual. Ainda que a separação física efetivamente se produza, bebê e mãe seguem fusionados no mundo emocional. O bebê se constitui no sistema de representação da alma da mãe. Tiudo o que a mãe sente, recorda, o que a preocupa, o que rechaça, o bebê o vive como sendo próprio. Porque nestes sentido e momento são dois seres em um. Então a mãe atravessa esse período desdobrada no campo emocional, já que sua alma se manifesta tanto em seu próprio corpo como no corpo do bebê. E o mais incrível é que o bebê sente como próprio tudo o que sente a sua mãe, sobretudo o que ela não pode reconhecer, o que não reside em sua consciência, o que foi relegado à sombra. Então, se um bebê adoece ou chora desmedidamente, ou se está alterado, além de fazermos perguntas no plano físico será necessário atender o corpo espiritual da mãe, reconhecendo que a enfermidade da criança manifesta uma parte da sombra da mãe.
E como a mãe pode canalizar esta manifestação do bebê para seu próprio crescimento?
Se um bebê chora demasiadamente, se não é possível acalmá-lo nem amamentando-o nem aninhando-o, enfim, depois de cobrir as necessidades básicas, a pergunta seria: Porque chora tanto a sua mamãe? Se o bebê não se conecta, parece deprimido, quais são os pensamentos que inundam a mente de sua mãe? Se um bebê rechaça o seio, quais são os motivos que pelos quais a mãe rechaça o bebê? As respostas residem no interior de cada mãe, ainda que não sejam evidentes. Para ali devemos dirigir nossa busca, na medida que a mulher tenha uma genuína intenção de encontrar-se consigo mesma.
Este estado de fusão emocional dura dois anos, tempo em que a mãe experimenta estados alterados de consciência por viver desdobrada em vários campos emocionais. Esta é a loucura do puerpério.

Por que dois anos? Comumente se fala do puerpério como um período que dura cerca de 40 dias.
Se considera puerpério aos primeiros quarenta dias depois do parto, porque se toma como parâmetro a cicatrização da episiotomia, a interdição sexual ou moral, para que o homem não queira exigir genitalidade à mulher. Eu creio que é um fenômeno emocional. Enquanto dura a fusão emocional, dura o puerpério. Por volta dos dois anos a criança começa a separar-se emocionalmente de sua mãe. Até então era bebê-mamãe, um ser totalmente fusionado, que fala de si na terceira pessoa: “Matias quer água”. Aos dois anos começa a dizer “Eu quero água”. Quando se constrói como um ser separado, começa lentamente a separar-se emocionalmente.

Como nasce sua teoria?
Sinceramente, não sei quando nem como nasceu minha “teoria”, já que não a vivo como “teoria”, mas sim como uma prática constante. Basicamente através da observação de centenas de mães se relacionando com seus bebês. Foi muito revelador para mim, quando há cerca de 20 anos li o livro “A Enfermidade como Caminho”, de Dethlefssen e Dahlke, um médico e um astrólogo alemães, ambos junguianos. Comecei a investigar as teoria de Jung em relação à manifestação da sombra, e ao sentir que as crianças pequenas estavam tão involucradas dentro do campo emocional das mães, e vive versa, me ocorreu observar se o que manifestavam – e que eram muitas vezes incompreensíveis para as mães – poderia ser a expressão de situações emocionais que elas não poderiam reconhecer como próprias. É muito frequente que as mães não falem de si mesmas nas consultas, mas sim do que está acontecendo com seus filhos. E foi cada vez mais evidente para mim, que este “jogo” era permanente. Por exemplo, quando eu coordenava grupos de crianças e algum bebê estava muito inquieto, eu tentava induzir à mãe a um olhar interno, íntimo, até que “tocava” num ponto doloroso pessoal, de sua história primária. Mesmo que considerasse que o assunto estava “superado”, quando conseguia falar sobre o tema, o bebê automaticamente parava de chorar. E o grupo era testemunho desta “magia”. Mas não era nada mágico, era a mãe que se apropriava de uma parte de sua sombra, que o bebê estava, de outro modo, obrigado a manifestá-la. Aos poucos fui aprendendo a reconhecer mais rapidamente a linguagem dos bebês e crianças pequenas “fusionadas” ao campo emocional da mãe. Na realidade, o verdadeiro trabalho de busca quem o realiza é a mãe, o meu papel é só o de apoiar a busca genuína, porque cada indivíduo sabe profundamente o que lhe passa. Os bebês são seres sutis, por isso manifestam com total espontaneidade. Neste sentido são verdadeiros espelhos da alma.

Em seu livro você faz uma distinção entre a dor como algo necessário e positivo para o crescimento, e o sofrimento, desnecessário de destrutivo. Que diferença há entre um e outro?

Quando falo da diferença entre dor e sofrimento, me refiro ao parto em si mesmo. Hoje em dia quase todas as mulheres parem anestesiadas, em partos “induzidos” pela introdução de ocitonina sintética, para regular a duração e a intensidade das contrações. Em geral a mulher não é respeitada, não lhes permitem mover-se, caminhar, comer, ir ao banheiro; ela está atada à cadeira de parto que é terrivelmente incomoda, lhe acomete câimbras nas pernas, lhes rasgam, entram muitas pessoas, médicos e paramédicos, enquanto a mulher está com os genitais expostos, há pouca afetividade e nenhuma intimidade. O marido está atuando, fazendo de conta que é um bom pai moderno. É tanto sofrimento, que as mulheres, ao invés de pedirem contenção, abraços, calor, amor, silêncio, música, água, algo doce para a boca, suavidade... pedem aos gritos por anestesia. E recebem
Se pudéssemos imaginar um parto acompanhado verdadeiramente, com liberdade de movimento, na data verdadeira (ainda que “se atrase”), em intimidade, com uma ou duas pessoas do círculo mais íntimo, a dor seria então o veículo para o recolhimento, para a introspecção, para sair do mundo das formas e entrar no mundo sem limites, sem palavras, sem luzes... é um momento de abertura de consciência. Assim a dor é suportável, é necessária, porque nos permite “sair” do mundo racional, e só fora do mundo racional se pode parir em liberdade. As mulheres que parimos verdadeiramente em liberdade, é que podemos contar o que é o paraíso.

Não há modelos nem receitas sobre como ser mãe no Século XXI. Qual você crê que seja o maior desafio para as mulheres de hoje?

É certo que na há modelos. O que podemos chamar tradicional, ou seja o que viveram nossas avós, se refere à dona de casa que criou filhos e criou o marido. Muitas delas foram escravas dos desejos dos demais. Hoje em dia, alguma mulheres estamos num pólo aparentemente longínquo, trabalhamos todo o dia, ganhamos dinheiro, as vezes somos bem sucedidas, criativas, independentes. Quando aparece o primeiro filho, na minha opinião, se temos construída toda a nossa identidade no que chamo energia Yang – aspectos concretos do trabalho, dinheiro, relações sociais, etc - isto que nos traz o bebê não tem nada a ver com o “normal”... e tendemos a fugir para os espaços conhecidos: desesperadas para voltar a trabalhar, a ser que éramos antes. Para mim isto também é falta de liberdade interior.
É necessário revisar os acordos do casal anteriores ao nascimento do filho, quando somos capazes de apoiarmos-nos um ao outro e vive versa. Maternar é fundamentalmente conectar-se profundamente com a energia Yin, que é lenta, silenciosa, de tempos prolongados, redonda, quentinha, suave, interna, obscura, pegajosa... Navegar entre as duas energias é para mim um dos principais desafios para as mulheres modernas. Nem fugir do desconhecido, nem alheiarmo-nos do mundo, infantilmente como nossas avós. E saber que há outras pessoas ao redor para ocupar certos espaços por um tempo: o homem será a sustentação para que a mulher possas maternar. E se não há um homem maduro, haverá outras redes, família, amigos, grupos de apoio. Não se pode maternar sem sustentação. Não se pode maternar sem fusão emocional. Não se pode maternar sem buscar o próprio destino.

Publicado em UNO MISMO.

DESTAQUES

“Ainda que a separação física efetivamente se produza no parto, bebê e mãe seguem fusionados no mundo emocional. O bebê se constitui no sistema de representação da alma da mãe”.

“Se um bebê chora demasiadamente, se não é possível acalmá-lo nem amamentando-o nem aninhando-o, a pergunta seria: Porque chora tanto a sua mamãe? Se o bebê não se conecta, parece deprimido, quais são os pensamentos que inundam a mente de sua mãe? Se um bebê rechaça o seio, quais são os motivos que pelos quais a mãe rechaça o bebê?”

“Mesmo que considerasse que o assunto traumático estava “superado”, quando a mãe conseguia falar sobre o tema, o bebê automaticamente parava de chorar. Não era nada mágico, era a mãe que se apropriava de uma parte de sua sombra, que o bebê estava, de outro modo, obrigado a manifestá-la”.

“As mulheres que parimos verdadeiramente em liberdade, é que podemos contar o que é o paraíso”.

“Maternar é fundamentalmente conectar-se profundamente com a energia Yin, que é lenta, silenciosa, de tempos prolongados, redonda, quentinha, suave, interna, obscura, pegajosa... Navegar entre as duas energias, Yin e Yang, é para mim um dos principais desafios para as mulheres modernas”.

“Não se pode maternar sem sustentação. Não se pode maternar sem fusão emocional. Não se pode maternar sem buscar o próprio destino”.

PARIR EM LIBERDADE


“Meu segundo parto foi em Paris, com o doutor Michel Odent. Tinha data para o dia 3 de março, mas no dia 26 começaram as contrações. Como o trabalho de parto, que durou 24 horas, se prolongava, a parteira do hospital me tomou pelo braço e me levou correndo à sala “de partos selvagens”, como a chamavam eles: colchão no chão, almofadas, paredes de madeira, posters e um ...aparelho de som!
Uma mulher de cabelo grande e negro estava parada, sustentada por outra parteira, puxando. Ao ver nascer ao seu bebê, senti o cheiro do sangue fresco e me invadiu tal emoção que acelerou minhas contrações. Minutos depois terminei minha dilatação. Estava meio parada, mas a força do PUJO me fazia ficar acocorada, quase no chão. Vi aparecer meu bebê e o tomei com meus braços enquanto saía suavemente do canal de parto. O bebê nunca chorou. Só sorria. O coloquei no peito, eu chorando. Fio a força do parto de uma mulher desconhecida que me ajudou a “soltar as amarras de meu controle” e possibilitou a entrega.
Depois voltei caminhando para o quarto com meu bebê nos braços.”

PARA SABER MAIS
Laura Gutman é argentina, terapeuta familiar e escritora.

Tem onze livros publicado, em vários idiomas, além de incontáveis artigos sobre maternidade, paternidade, vínculos primários, desamparo emocional, adicções, violência e metodologias para acompanhar processos de busca pessoal. É colaboradora habitual de numerosas revistas na Argentina e Espanha.
Para difundir e aplicar suas idéias, Laura fundou e dirige “Crianza”, uma instituição com base em Buenos Aires, na qual funciona uma Escola de Formação Profissional para profissionais da saúde e educação, grupos de mães, um serviço de “doulas” (assistentes a domicílio) para mulheres puérperes, seminários breves para profissionais, terapias individuais e de casal e publicações sobre maternidade.
Visite seu site: www.crianza.com.ar

* Entrevista a Laura Gutman, extraída do site Espaço Saúde
Fonte de pesquisa: http://www.partosemmedo.com/

ALIANÇA - Somos Todos UM!

Queridas (os), venho aqui partilhar o belo encontro da ALIANÇA SAGRADA, que reuniu-se ontem no Espaço Rapa Nuy, em Porto Alegre, para tecerem o HOLOSNATUR 2010.

O HOLOSNATUR é uma Celebração em meio à natureza que acontece todos os anos no Sítio Holístico Terra Cristal, em Taquara/RS. Em 2010, estará ocorrendo nos dias 27 e 28 de novembro (fiquem atentas a agenda e ao link da ALIANÇA).



A ALIANÇA é um grupo de terapeutas holísticos e guardiões de Espaços Holísticos (de diferentes municípios do Rio Grande do Sul) que trilham caminhos muito parecidos. Porque digo parecidos? Porque somos únicos e temos nossas diferenças, mas isto não nos afasta, cada vez nos aproxima mais. Cada um trilha seu caminho mas sabemos que todos se convergem ao mesmo CENTRO.
Sinto a Aliança Sagrada como um Movimento muito belo que vem acontecendo no Rio Grande do Sul, tocando os corações de quem assiste, pois é a manifestação da irmandade e fraternidade entre os POVOS. É o Espírito que se expressa através da Família, que se UNE para RESGATAR o que foi perdido ou esquecido.

Gracias irmãos amados, muito me honra fazer parte desta Família.

Encontro na Lua Nova de Outubro - Círculo Sagrado de Visões Femininas

Clique na imagem para ampliar.

Queridas aguardo vocês no Espaço Rapa Nuy, levem flores para nosso altar!
Beijos
Ana Paula Andrade

Busque o Círculo mais próximo de você:

La abuela Margarita

Shantala - vídeo original

4 de out de 2010

O ESTROGÊNIO ATRAVÉS DO CICLO DA VIDA

Função e disfunção endócrinas  
Charlene  Day  e  Miriam  Hawkins
Rede da Mulher – Saúde e Ambiente
Outono de 1999 (2º semestre/99).

                Enquanto a história dos hormônios vai se complexando, cada vez é mais importante conhecê-la. As últimas décadas tornaram-se tão perigosas para nosso delicado sistema endócrino de tal forma que muitos médicos ainda não conseguem perceber. Novas substâncias químicas que geram disfunções hormonais presentes em nosso alimento, no baú de remédios e ao ambiente representam uma ameaça devastadora tanto para os seres humanos como para a vida selvagem. Barradas pela desinformação, pelas lendas e pela propaganda, não é de se admirar que a maioria de nós estejamos completamente confusas sobre nossa saúde pessoal e de nosso ambiente. No entanto como cidadãs informadas, podemos assumir cada vez maiores responsabilidades por nossa saúde e de nossas comunidades.
            Este trabalho enfocará o hormônio feminino estrogênio ou estrógeno cujo papel central nesta discussão está relacionado a sua função no organismo e como nós podemos fazer muito mais pelo nosso próprio bem ou prejuízo. Milhares de medicamentos e produtos químicos sintéticos, de largo uso, são estrogênicos por natureza ou em seus efeitos. São disruptores hormonais e podem afetar seriamente nossa saúde e, muito mais, a de nossos descendentes. Estão conectados com os dramáticos crescimentos de efeitos como a infertilidade, das deformações genitais e dos cânceres de origem hormonal como os de mama e de próstata, bem como com a queda do número de espermatozóides, a hiperatividade e outros distúrbios neurológicos. Observou-se que “os produtos sintetizados pelo homem imiscuem-se em toda a sorte de mensagens hormonais” atingindo duramente as glândulas supra-renais e da tiróide, de acordo com Linda Birnbaum do US Environmental Protection Agency/EPA (Agência norte-americana de proteção ambiental). Níveis deprimidos de hormônios da tiróide foram conectados ao câncer de mama tanto como foi o aumento de estrogênio. [19]     
            A extensa exposição ao estrogênio, no decorrer da vida (especialmente nas formas sintéticas) é o maior fator de risco à saúde. Em alguns casos, existem escolhas mais seguras, efetivas e naturais de se fazer o balanceamento estrogênico no organismo. Químicos disruptores hormonais no ambiente são uma história bem mais complexa. Almeja-se que te tornes mais habilitada e utilizes estas informações para colocares sérios questionamentos àqueles que lidam com a saúde, a indústria e a administração pública para que investiguem métodos alternativos realmente seguros.
 
 
TIPOS DE ESTROGÊNIOS.
 
            Existem quatro tipos de estrogênios: os que ocorrem naturalmente no organismo; os que são sintetizados para serem ingeridos como medicamento; os “xenoestrogênios” ou externos, gerados pelas modernas indústrias químicas e presentes em produtos de uso doméstico e os fitoestrogênios presentes em plantas alimentícias, muitos dos quais promovem importantes benefícios à saúde.
 
           
ESTROGÊNIOS NATURAIS.
 
            Algumas das cinqüenta moléculas hormonais conhecidas carregam instruções de mais do que uma dúzia de tecidos e glândulas endócrinas para células distribuídas em todo o corpo para controlarem muitas funções orgânicas, incluindo a reprodução, o desenvolvimento sexual, o crescimento, a manutenção do metabolismo e respostas aos estímulos externos.
            Os estrogênios naturais fazem parte de um grupo de vários hormônios esteróides lipossolúveis produzidos, primariamente nos ovários femininos e nos testículos masculinos (mas também em outros centros do organismo) em humanos e outros vertebrados, originários do colesterol ou acetil coenzima-A. Conhecidos como hormônios femininos (presentes mais plenamente nas mulheres), eles não só externalizam as características femininas e controlam os ciclos reprodutivos como geralmente também exercem influência sobre o crescimento, o desenvolvimento e o comportamento. Atuam também nos sistemas imunológico e cardiovascular além de influir na pele, nos ossos, no fígado e mesmo no cérebro, assegurando a normalidade nos sistemas orgânicos. Os estrogênios estimulam o crescimento dos tecidos ao promover a proliferação celular nos órgãos sexuais femininos (seios e útero), aumentando o tamanho das células (como durante a puberdade com o seio feminino e os músculos masculinos), e pela elaboração de proteínas específicas. Nos machos, desempenha um papel secundário em relação aos androgênios, destacadamente o hormônio testosterona que define as características masculinas (muito estrogênio pode feminilizar os machos). O tempo de exposição, no ciclo da vida, aos estrogênios naturais também varia de acordo com a dieta e os exercícios. A partir do estoque de estrogênios na gordura (especialmente abdominal), aumenta a exposição pela obesidade.
            Somente três estrogênios estão naturalmente presentes em quantidades significativas: estradiol, estrona e estriol. O estradiol é o hormônio estrogênico mais abundante e potente. É doze vezes mais forte que o estrona e oitenta do que o estriol, um derivativo do estrona. Existem as “boas” e as “más” formas de estrogênios (as “más” podem desencadear o câncer). [5] O organismo busca manter ótimos níveis no sangue através das respostas das glândulas hipotálamo e pituitária aos níveis baixos, estimulando tanto os ovários femininos para secretarem estradiol e progesterona como os testículos masculinos a secretarem testosterona (em excesso transforma-se em estrogênios) até que um certo nível sangüíneo seja alcançado. Este elo de auto-alimentação é influenciado pelo fígado quando metaboliza do sistema, em algum tempo, alguns hormônios naturais desnecessários.
            Antes do nascimento, ambos os hormônios, placental e fetal, atuam sobre o desenvolvimento do bebê. Para os machos, após a determinação cromossômica sexual lá pela sétima semana, a masculinização depende do correto suprimento de estímulos hormonais originários dos testículos. Nas fêmeas, os ovários desenvolvem-se do terceiro para o quarto mês quando sintetizarão estrogênios. No entanto quantidades mínimas de substâncias estrogênicas estranhas, em estágios críticos pré-natais, podem interferir nos desenvolvimentos sexual, reprodutivo, comportamental e neurológico. O livro “Our Stolen Future” de Theo Colborn e outros (nt.: publicado no Brasil pela L&PM Editores com o título “O Futuro Roubado”, em 1997), destaca: “ao mesmo tempo em que os hormônios estão conduzindo, pelo menos, alguns aspectos do desenvolvimento sexual, também orquestram o crescimento dos sistemas nervoso e imunológico dos nenês , programando órgãos e tecidos tais como fígado, sangue, rins e músculos com funções diferentes em homens e mulheres ..... Para todos estes sistemas, o desenvolvimento normal depende de haver a correta mensagem hormonal, na quantidade exata, no local adequado e no tempo certo .... Se alguma coisa gera disfunções neste fornecimento durante um período crítico do desenvolvimento, podem ocorrer conseqüências muito sérias para a prole.” Estrogênios e compostos que enganem os receptores estrogênicos são elementos chave em certos estágios, como nos primeiros anos de vida e novamente na puberdade quando uma crítica divisão celular ocorre.
            Nas fêmeas, a puberdade, o ciclo menstrual, a gravidez e a menopausa são eventos importantes relacionados aos estrógenos. Em torno dos dez anos, o hipotálamo estimula os ovários a produzirem estrogênio e progesterona que ativam mudanças físicas tais como a formação dos seios, o crescimento dos pelos pubianos, aumentando a altura e o peso além de alterações na pele. Normalmente, a menstruação principia aos doze anos. Hormônios são liberados, em drásticos diferentes níveis, durante o ciclo menstrual de vinte e oito dias. Para os primeiros oito dias indo até o décimo primeiro, os ovários produzem grandes quantidades de estrogênio, declinando no décimo terceiro dia quando a progesterona começa a aumentar e a ovulação acontece (a progesterona causa a libido ovular). Depois de dez ou doze dias se a fertilização não ocorre, a progesterona ovariana cai dramaticamente, desencadeando a menstruação e o ciclo se renova. No entanto, se ocorre a fertilização, um bloqueio do estrogênio precede uma gestação rica em progesterona que mantém a gravidez e matura, permanentemente, as células do seio (a dividir-se mais lentamente). Por vários meses depois do parto, o fluido dos seios tem baixos níveis de estrogênio. A gravidez, antes dos trinta anos, parece proteger as células das mamas das mudanças anormais que podem ser causadas pelos excedentes de estrogênios e dos disruptores hormonais. A progesterona se opõe à ação do estrogênio de estimulador do crescimento no organismo.
            Entre quarenta e cinqüenta anos, a interação entre os hormônios se altera, propiciando o aparecimento da menopausa. Como menos folículos ovulares são estimulados, a quantidade de estrogênio e progesterona produzidos pelos ovários declina. A menstruação torna-se falha e errática, eventualmente cessando. Entretanto, em outras áreas do corpo, como as glândulas supra-renais, a pele, os músculos, o cérebro, a glândula pineal, os folículos capilares e gordura corporal, são capazes de produzir nossos hormônios, possibilitando ao organismo feminino fazer ajustes saudáveis no balanço hormonal após a menopausa. Isto ocorrerá com as mulheres que cuidaram de si durante o período pré-menopausa com um estilo de vida sensato, dieta alimentar, e atenção às saúdes mental e emocional. Entre outros fatores, a obesidade e a vida sedentária promovem uma puberdade precoce e uma menopausa tardia, aumentando enormemente tanto a exposição ao “mau” estrogênio como aos riscos correspondentes.   
 
 
ESTROGÊNIOS SINTÉTICOS.
 
            Os estrogênios sintéticos, encontrados em produtos farmacêuticos, “tiveram suas estruturas moleculares alteradas somente para poderem ser patenteados. Eles têm a tendência de ser mais potentes do que os estrogênios do próprio corpo e mais tóxicos”. [12]
 
           
A PÍLULA.
 
            Hoje, são milhões de mulheres que tomam anticoncepcionais hormonais (de forma oral, implantada ou injetada). São produzidos com diferentes quantidades e potências de estrogênios sintéticos, progestinas ou ambos, os quais o organismo não metaboliza com facilidade. Trabalham primeiramente mantendo altos níveis de estrogênios no organismo para prevenir a ovulação. Suprimindo com estes sintéticos a presença de hormônios naturais, literalmente estanca a menstruação. O sangramento ocorre, a cada mês, só porque os hormônios sintéticos não são ingeridos por sete dias do ciclo, podendo ser melhor denominado de um “sangramento fugidio”, não menstruação. Não há provas científicas assegurando de que a pílula é segura. De acordo com Nancy Beckham em seu trabalho Menopausa – uma passagem positiva utilizando terapias naturais: “As mulheres que ingerem a pílula têm uma grande tendência a disfunções no fígado e mais alergias. Os níveis de vitamina A podem crescer no sangue, e as vitaminas B12 e C ..... caírem.”
            Embora os ensaios iniciais fossem imperfeitos, a primeira geração das pílulas foi amplamente comercializada como um método efetivo, seguro e conveniente de controle da natalidade. Um impacto ao qual, já nos primórdios, pesquisadores como a Dra. Ellen Grant, autora do livro A pílula amarga e a química sexual, avaliou de que os hormônios sintéticos deveriam ter sido retirados do mercado em razão de seus conhecidos efeitos colaterais. De acordo com o Dr. Samuel Epstein do Programa de Prevenção ao Câncer de Mama, dezenas de estudos confirmam efeitos colaterais como o risco de ataques cardíacos, derrames cerebrais, diabetes, doenças da vesícula biliar, câncer de fígado e expondo os tecidos mamários a excessos de estrogênios, eleva dez vezes o risco de câncer de mama, especialmente pelo uso precoce ou prolongado. [8]
            Foram propostas alterações, desde o início dos anos sessenta, para se fazer uma segunda geração de pílulas – etinil estradiol – mais segura. Mas, na verdade conecta-se aos receptores estrogênicos naturais na mama, sendo quarenta vezes mais potente do que o estradiol. A pílula combinada também aumenta o risco de doenças da artéria coronária, do câncer de mama e pressão alta. Os efeitos colaterais incluem náusea, vômito, dores de cabeça, flacidez das mamas, aumento de peso, mudanças na libido, depressão, coagulação sangüínea e o aumento de incidência de vaginites. Também mulheres que apresentam quadros de epilepsia, asma, enxaqueca ou doenças cardíacas podem constatar pioras em seus sintomas. Muitos destes efeitos podem persistir muito tempo mesmo após o uso descontínuo da pílula. Além disso, fumar enquanto toma-se a pílula, acentua estes riscos. A terceira geração, implante de pílulas somente com progestinas, também é problemática. São centenas de processos contra o fabricante Norplant já que várias pesquisas demonstram que o produto injetável Depo-Provera, com progestina, aumenta os riscos de câncer de mama. [8]  
 
           
A TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL – TRH (ESTROGÊNICA).
 
            Talvez nada cause mais confusão entre as mulheres do que a terapia de reposição hormonal, a maior promoção de drogas hormonais depois da pílula. As mulheres na fase da menopausa tornaram-se outro lucrativo mercado para os hormônios sintéticos, agora disponíveis em emplastos e implantes. Um dos mais populares é o Premarin, feito da urina de éguas prenhes.
            Proclamado como um ingrediente primário ausente para as mulheres na menopausa, o estrogênio é também fortemente recomendado pela medicina moderna para a prevenção de doenças cardiovasculares e osteoporose. A maioria dos médicos, hoje em dia, adverte as mulheres para os riscos da passagem pela menopausa e para o tempo, os dias da pós-menopausa, sem a proteção do estrogênio. Outras opiniões não podem ser oferecidas. Em razão da TRH (terapia de reposição hormonal) ser oferecida em doses menores do que a pílula, os efeitos colaterais são normalmente muito mais subtis e mais lentos para serem detectados.
            As mulheres precisam pensar com muito mais cuidado a respeito de sua decisão quanto à TRH. Mesmo que a maioria dos médicos esteja, sinceramente, preocupada com suas pacientes, muita de sua formação profissional e das informações sobre os produtos, têm diretamente como fonte as indústrias farmacêuticas. Já que a maioria das mulheres não tem uma perfeita consciência a respeito de suas opções, as decisões sobre a menopausa podem ficar bem mais difíceis. No seu livro O que o seu médico não pode lhe contar a respeito da menopausa, o Dr. John Lee compilou uma lista de efeitos colaterais que podem resultar da opção pela reposição hormonal. Incluem: aumento do risco de câncer endometrial, aumento da gordura corporal, retenção de sal e líquidos, depressão e dores de cabeça, descontrole da presença de açúcar no sangue (hipoglicemia), perda de zinco e retenção de cobre, redução dos níveis de oxigênio em todas as células, adensamento da bile e promoção de doenças da vesícula biliar, aumento das probabilidades de fibrocistos mamários e fibróides uterinos, interferência na atividade da glândula tireóide, diminuição da libido, excessiva coagulação sangüínea, redução do tono vascular, endrometriose, cãibras uterinas, infertilidade e limitação da função osteoclástica (necessária para a saúde e a reconstituição óssea). De acordo com o Dr. Epstein, a reposição hormonal também promove os cânceres de mama, de fígado e de ovários, ganho de peso e outros sintomas. Ele recomenda soluções não hormonais: se empregada a TRH, tomar baixas doses somente por pouco tempo evitando o fumo e as bebidas alcoólicas. [12]
            O intenso efeito formador de estrogênio pelo álcool pode ser desastroso, especialmente para mulheres com a TRH. Vários estudos demonstram que o álcool aumenta o risco de câncer de mama. Mesmo meia taça de vinho pode dobrar o estrogênio no sangue da mulher em TRH e, surpreendentemente, aumentando o risco de câncer de mama. [8]
 
 
OUTRAS DROGAS.
 
            Outras drogas podem também ser hormonalmente ativas: Tamoxifen, por exemplo, e seu correlato Raloxifene, que são fármacos hormonais sintéticos indicados para a prevenção de câncer de mama, mas ensaios demonstraram sérios riscos de ambos efeitos, estrogênico e antiestrogênico. Vários anti-hipertensivos, drogas para diminuição de colesterol, antibióticos, antiácidos, drogas psicoterapêuticas, drogas para o câncer e a maconha podem também ser preocupantes. [8]
 
               
XENOESTROGÊNIOS (Pseudoestrogênios).
 
 
            A expressão “xenoestrogênios” é aplicada livremente a uma série de substâncias químicas tóxicas produzidas pelo homem que confundem os receptores celulares dos estrogênios no organismo, interferindo nas mensagens bioquímicas naturais. Podem ser compostos tipo estrogênios ou terem a habilidade de mimetizar ou bloquear a atividade dos hormônios naturais. Podem também alterar a forma como os hormônios e seus receptores protéicos são elaborados, metabolizados e em sua atuação. Pesquisas profundas revelam uma situação alarmante gerada pela dispersão planetária destes mimetizadores hormonais.   
            Em razão de se degradarem tão lentamente, espalharam-se por todo o planeta tanto pelo ar como pelas águas, passando integrar os tecidos vivos. Atualmente contaminam todos os ecossistemas e os organismos vivos. Continuarão assim por décadas e décadas. Dificilmente excretadas, são lipossolúveis, acumulando-se nos tecidos gordurosos, no cérebro, no aparelho reprodutor e outros órgãos. Grandes volumes destas substâncias biomagnificam na cadeia alimentar com as piores concentrações no seu topo, onde estão os seres que se alimentam de animais como os humanos e outros mamíferos, além de pássaros e répteis. Numa espécie de gaivota da região dos Grandes Lagos, entre EUA e Canadá, por exemplo, a família dos xenoestrogênios PCB’s encontra-se em concentrações, com sérios resultados, vinte cinco milhões de vezes acima daquelas encontradas nos sedimentos. [3]    
            Alterando as funções principais dos estrogênios e androgênios, podem desencadear uma torrente de excepcionalidades na saúde da reprodução e do desenvolvimento, evidenciadas por pesquisas feitas com cobaias de laboratório, em culturas de células, na vida selvagem e com os humanos. Theo Colborn e os outros autores do livro O Futuro Roubado, identificaram 51 famílias de produtos sintéticos que geram distúrbios no sistema endócrino, ou hormonal, incluindo 209 PCB’s, 75 dioxinas e 135 furanos. Estão conectados não só com a descoberta da queda de 50% no número de espermatozóides humanos, globalmente, entre os anos de 1938 e 1990, mas também às alterações no comportamento sexual, à depressão imunológica, a deformidades genitais, a canceres de mama, ovários, útero, de próstata e testicular além de desordens neurológicas. A doença fibrocística da mama, a síndrome policística ovariana,  endometriose, fibróides uterinos e doenças inflamatórias pélvicas também estão sob suspeita. Estes problemas podem ser influenciados pelas exposições, crônicas ou de desenvolvimento, através do ciclo da vida.
            As conseqüências potenciais desta superexposição pipocarão especialmente sobre as futuras gerações. Os embriões e os fetos cujos crescimento e desenvolvimento são altamente controlados pelo sistema endócrino, recebem os contaminantes na fase pré-natal ainda no ovo (anfíbios, répteis e pássaros) ou no útero (mamíferos). Mesmo que adultos expostos não apresentem nenhum efeito deletério, seus descendentes poderão apresentar, em toda sua vida, anormalidades reprodutivas ou em sua saúde. Além do que foi citado acima, efeitos incluem masculinização das fêmeas e feminização dos machos (redução no tamanho do pênis e dos testículos) além da retenção dos testículos e da alteração na densidade e na estrutura dos ossos. A exposição de recém nascidos, como os nenês lactentes, concentra-se além dos limites do corpo.
            Os xenoestrogênios são na maioria das vezes gerados pela indústria petroquímica e, desafortunadamente para nossa saúde, os produtos petroquímicos estão, hoje em dia, por todos os lugares deste planeta. Máquinas, carros e mesmo algumas usinas termoeléctricas, movem-se com petroquímicos como a gasolina, o diesel, o gás natural e similares. Muitos dos mimetizadores hormonais são organoclorados produzidos pela reação do gás cloro com hidrocarbonetos do petróleo. São utilizados em plásticos, agrotóxicos, solventes, agentes de branqueamento (para roupas e outras), refrigeração e em outros produtos químicos. Milhares são subprodutos do tratamento de água, do branqueamento do papel e da incineração de produtos clorados. Milhões de produtos, incluindo vários plásticos (polivinil cloreto/PVC e policarbonatos/PC, ambos encontrados em mamadeiras para nenês, brinquedos infantis, filmes transparentes para embalar alimentos e garrafas de água mineral), PCB’s (nt.: policloretos bifenilos ou “ascarel”), medicamentos, roupas, alimentos, alvejantes domésticos, desodorizantes de ar, produtos de higiene pessoal (cosméticos, perfumes, antiperspirantes, sabonetes, pastas dentifrícias e higienizadores bucais), agrotóxicos e herbicidas (como DDT, dieldrin, aldrin, hepacloro, etc.) também contém ou são feitos dos petroquímicos. Muitos de nós trabalhamos ou vivemos em áreas altamente contaminadas onde os efeitos sinérgicos podem apresentar doses “seguras” (aceitáveis) de diferentes substâncias químicas, medicamentos, radiações, freqüências eletromagnéticas e outras, e que são milhares de vezes mais tóxicas quando estão juntas.
            Dezesseis substâncias sintéticas persistentes (conhecidas de “POP’s”- poluentes orgânicos persistentes) foram identificadas para ação prioritária da ONU. Embora o Canadá tenha banido muitos deles décadas atrás (DDT, PCB’s e outros conhecidos por causarem teratogênese - lesões em fetos -, colapso na reprodução e a quase extinção de ampla variedade de espécies), continuam a ser manufaturados e empregados em todo o planeta. Pelo menos seis – PCB’s, dioxinas, furanos, hexaclorobenzeno (HCB), lindano e cadeias curtas de parafinas cloradas – são ainda geradas, produzidas e utilizadas no Canadá. A água potável pode estar contaminada por outro composto comprovadamente estrogênicos o nonilfenol (nt.: em inglês: nonylphenol, sigla: NP) e o endosulfan que continuam sendo utilizados em plásticos e agrotóxicos, além de estarem presentes na composição também de detergentes líquidos domésticos e de lavanderias, alvejantes multi-uso, sabonetes e shampoos. Compostos mimetizadores de hormônios como os ftalatos são utilizados como plastificantes no PVC, em tinta para escrever/imprimir, para pintar e em colas. O lixo plástico pode ser a fonte mais importante da presença do bisfenol-A – estabilizante tóxico empregado no PVC – nos efluentes líquidos lixiviados pelos aterros de lixo. E será mais terrível ainda se este lixo for incinerado.
            As cinzas voláteis originárias das indústrias, dos incineradores de lixos domésticos ou resíduos perigosos, têm altas quantidades de mimetizadores hormonais e cancerígenos como a dioxina (uma das mais violentas) além de chumbo, mercúrio e cádmio, estes também mimetizadores estrogênicos. Estas cinzas depositam-se sobre as plantas que comemos além de contaminar os animais domésticos e os peixes, concentrando substâncias tóxicas no ser humano. A poeira doméstica, velhas tintas e a água parada em tonéis são outras fontes comuns de chumbo. Tal qual como com os petroquímicos, a queima de combustíveis fósseis libera mercúrio e cádmio. Mercúrio pode também ser um sério perigo em obturações de dentes. Dois por cento da população de cidades, acima de um milhão de habitantes, têm níveis dez vezes maiores de mercúrio no sangue, no limiar de gerarem efeitos neurológicos.
            Nossa alimentação é um dos caminhos mais inconscientes quanto à contaminação por mimetizadores hormonais. O alimento processado, na maioria das vezes com excesso de açucares e gorduras hidrogenadas, enfraquece o sistema imunológico e atinge, hoje, 80% de nosso suprimento alimentar. Embalagens, conservantes, colorantes e flavorizantes artificiais, podem ser todos perigosos. Por exemplo, "Red Dye” nº. 3, um poderoso cancerígeno, é amplamente empregado em todo o mundo. Envases plásticos, copos de poliestireno (PS), filmes para embalar alimentos ou revestimento plástico interno de latas, podem conter PVC’s, alquifenóis, nonilfenóis, bisfenol-A e ftalatos. Todos são conhecidos estrogênios sintéticos (xenoestrogênios) que migram para o alimento quando aquecido ou guardado por longos períodos. Um destes ftalatos, sigla DEHP ou DOP, é encontrado em alguns filmes transparentes para embalar alimentos. Estudos feitos pela indústria e pelo governo dos EUA conectaram o DEHP e efeitos sobre o desenvolvimento em animais. Em alguns filmes plásticos que embalam queijos nos EUA foram encontrados níveis que excedem o limite governamental num fator de 300.000 vezes. O DEHP pode também estar contaminando outros alimentos embalados com filmes transparentes, especialmente aqueles com altos teores de gordura como carnes. O plastificante, enrijecedor plástico, bisfenol-A, encontrado no policarbonato de mamadeiras infantis, foi identificado em um relatório do governo dos EUA de 1997, como um disruptor endócrino químico que se libera, incontestavelmente, da resina policarbonato para o líquido quando aquecido (pesquisas minuciosas e replicadas encontraram efeitos biológicos mesmo em níveis extremamente baixos). Um trabalho feito em 1999 pela Consumer’s Union/União dos Consumidores difundiu esta descoberta da FDA/Food and Drugs Administration–Administração de Fármacos e Alimentos dos EUA, conclamando de que os pais deveriam procurar mamadeiras feitas com quaisquer outros materiais que não a resina de policarbonato. Ao mesmo tempo, doze grupos peticionaram para que a FDA e as indústrias de plástico eliminassem ou reduzissem drasticamente a exposição de crianças a esta resina. [8]
            Também a produção agrícola apresenta riscos. Numa média de 25% (talvez mais) de toda a produção regular, no Canadá, plantada e importada, constata-se resíduos de agrotóxicos, declara o relatório de 1999 do novo Comissário Canadense do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Muitos são ou contém mimetizadores hormonais. O World Wildlife Fund Canada (WWFC) questionou o Ministro da Saúde canadense, Allan Rock, para agir em relação aos doze agrotóxicos considerados mimetizadores hormonais. A maioria está registrada para culturas alimentícias e alguns para uso interno em residências, escolas e creches. Numerosas áreas, no Canadá, estão severamente contaminadas pelos produtos agrícolas, pelos empregados em campos de golfe e pelos de uso corrente em cosméticos.
            Alimentos de origem animal são a maior fonte de substâncias hormonalmente ativas em nossos alimentos e nos lençóis freáticos. A gordura animal e de laticínios tem alta concentração – carne bovina e produtos lácteos são os piores com altos resíduos de DDT e de outros agrotóxicos organoclorados além de antibióticos, drogas veterinárias e hormônios sexuais de estímulo de crescimento. Hormônios implantados na orelha de praticamente todos os animais de corte são totalmente sem regulamentação. Resíduos 300 vezes acima dos limites legais, comumente encontrados em carne, vem via de regra destes implantes, aplicados ilegalmente no músculo do animal para resultados mais rápidos. O hormônio de crescimento “rBGH” em gado leiteiro produz altas quantidades do “fator de crescimento tipo insulina” que encoraja a divisão celular e a virulência do câncer de mama. No entanto não consta nos rótulos dos produtos dos EUA contaminados com este hormônio. [8] (Rotular está fora da regulamentação por um acordo com a Monsanto, produtora do “rBGH”. Por ação de cidadãos, este produto foi, temporariamente, banido no Canadá). Os agrotóxicos acumulam-se na gordura animal. Por exemplo: cada quinze libras (nt.: cada libra representa 453,9 g.) de grãos produz uma libra de carne, concentrando assim a contaminação por agrotóxicos. Nitratos presentes em presunto e bacon transformam-se em potentes cancerígenos pela formação de nitrosaminas no corpo. Peixes originários da pesca industrial estão contaminados com uma vasta gama de pseudo-estrogênios. Por exemplo, todos os salmões dos Grandes Lagos, entre Canadá e EUA, apresentam, nos últimos anos, dilatações em suas glândulas tiróides. [6]
            Tomando isto como um degrau à frente, os hormônios sintéticos também entram nos lençóis hídricos através da urina das mulheres e daí na cadeia alimentar. Isto também elevou nossos níveis de exposição aos estrogênios ambientais.
 
 
REVERTENDO A DOMINAÇÃO ESTROGÊNICA.     
 
   
               O Dr. John Lee acha que muitas mulheres estão sofrendo os efeitos em função do excesso de estrogênios ou “dominação estrogênica”. Ele observa que o stress, deficiências nutricionais, xenoestrogênios e estrogênios sintéticos causam um desbalanceamento entre estrogênio e progesterona. Esta dominância estrogênica significa que o estrogênio começou a sombrear os outros atores, criando uma dissonância bioquímica. Obviamente, uma solução fundamental é reduzir o excesso de estrogênio nas fontes se elas forem drogas sintéticas ou xenoestrogênios. Alimentar-se para obter equilíbrio hormonal é outra alternativa, discutida abaixo. Entretanto, o Dr. Lee está também disposto a auxiliar mulheres a equilibrarem os efeitos da dominação estrogênica através do uso de um creme dermal de progesterona natural que pode corrigir este problema: a deficiência de progesterona. Auxilia a aliviar sintomas típicos da menopausa como calorões e secura vaginal. A progesterona natural, um derivado do colesterol, é feito de inhames selvagens mexicanos ou da soja cujos ingredientes ativos têm a mesma estrutura molecular que a progesterona própria do organismo humano (nt.: nos últimos anos, o Dr.Lee constatou que a soja não apresenta as mesmas características do que o inhame, não seria bio-idêntica e sim mimetizadora natural. Assim reavalia suas recomendações. Ver sites do Dr. John Lee na internet). Desconhece-se efeitos colaterais, são não-patenteáveis e baratas. (Utilizar o creme sob supervisão de um fornecedor habilitado em saúde. Questione a firma para estar segura de que o produto contém progesterona, algumas marcas não a contêm).
            É interessante observar-se de que na América do Sul e Ásia onde as mulheres comem estes inhames selvagens ou soja, a expressão “calorões” não existe em suas línguas locais enquanto a metade de todas as mulheres da América do Norte (tipo ocidentais), na fase da menopausa, sofre deste problema. As mulheres japonesas têm a metade de fraturas ósseas por causa da osteoporose em relação às norte-americanas (também comem menos proteína e fazem mais trabalhos físicos com esforço). Estudos preliminares sugerem que a soja pode auxiliar na retenção da massa óssea. Dr. Lee acredita que o uso da progesterona natural em conjunção com mudanças na dieta e no estilo de vida podem não só estancar a osteoporose mas revertê-la em mulheres com setenta anos ou mais.
            Comer de forma correta pode realmente ser um dos nossos melhores escudos de defesa.
 
   
ALTERNATIVAS SADIAS - FITOESTROGÊNIOS.
 
 
            Plantas estrogênicas, chamadas de fitoestrôgenas, possuem compostos naturais que são encontrados em centenas de plantas alimentícias incluindo perenes e anuais que podem atuar como estrogênios naturais no organismo com o auxílio da flora bacteriana intestinal, de enzimas, vitaminas e minerais. Em torno de vinte fitoestrôgenos foram identificados em plantas como o trigo, a aveia, centeio, cevada, arroz e soja; maçã, cereja, ameixa e romã; batata, cenoura, ervilha, feijão; salsinha, sálvia, alho e café. Efeitos variam enormemente dependendo da idade, do sexo e outros fatores. Fetos e bebês podem ser bastante sensíveis, negativamente, ao excesso de plantas estrogênicas. Os adultos podem auxiliar a redução nos riscos de saúde quanto aos xenoestrogênios e aos sintéticos, diminuindo o período, no ciclo de vida, a exposição ao estrogênio. Os fitoestrogênios competem com os outros para se conectarem aos receptores estrogênicos bem como influenciam, positivamente, no metabolismo estrogênico. Como os hormônios naturais, os fitoestrogênios são facilmente metabolizados por nossos organismos e atravessam nossos sistemas orgânicos, em um curto espaço de tempo.
            Uma dieta normal utilizando fitoestrogênios parece constituir-se numa proteção, em humanos, contra canceres de mama e do sistema reprodutivo além de poderem ser empregados como tratamento para a menopausa e a osteoporose. Atuam como estrogênios fracos e parecem produzir nas mulheres tanto os efeitos estrogênicos na fase pós-menopausa e como os de antiestrogênio na fase pré-menopausa. Fitoestrogênios têm então habilidade para atuarem como “equilibradores”, elevando e baixando os níveis de estrogênio e trocar um estrogênio forte por um fraco. Efeitos sobre o desenvolvimento do pré-natal ou do neonato estão pouco claros, sugerindo precaução quanto a fórmulas infantis feitas de soja, bem como a certos suplementos nutricionais, ervas e mesmo a alguns tipos de alimentos durante a gravidez.
            As isoflavonas da soja são uma das fontes de fitoestrogênios melhor estudadas. Uma de suas formas, a “genistein”, demonstrou ter atividade citostática contra uma série de células de câncer de mama humanas in vitro e suprimiram, em recentes pesquisas, tumores mamários em ratas. Produtos feitos de soja presentes na dieta alimentar, na Ásia, podem ser a razão para as baixas incidências de câncer de mama. Uma pesquisa feita em 1992 demonstra que mulheres japonesas, com uma dieta rica em baixas calorias e soja, tinham mil vezes mais fitoestrogênios em sua urina do que mulheres norte-americanas e finlandesas. A soja também contém proteínas de alta qualidade, é fonte de ácidos graxos ômega-3, cálcio e anti-oxidantes para proteger as células dos danos causados pelos radicais livres, altamente cancerígenos. Os peptídeos da soja podem estimular o sistema imunológico, auxiliando o organismo a lutar contra enfermidades. Numerosas pesquisas revelam que a população que se alimenta com produtos de soja tem menores riscos de desenvolver câncer de mama, pulmão, cólon e próstata, do que aquela que não os utiliza. Outras já atestam as propriedades que a soja tem de diminuir o colesterol, principalmente naquelas pessoas com altos níveis. A proteína da soja vai mais facilmente para os rins do que a proteína animal além de prevenir ou diminuir danos aos rins em pessoas com função renal desequilibrada. Esteja segura de adquirir somente soja produzida organicamente em vez de outras, transgênicas ou pulverizadas com agrotóxicos. Atenção, observe que o shoyu, a proteína de soja, o tofú, a carne de soja e o óleo poderão não ser boas fontes, em razão de como foram processados. 


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
 
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Tradução livre de Luiz Jacques Saldanha, fev/2002, revisada em jan.2004.

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